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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

RELACIONAMENTO ESTREITO COM A MÃE AFETA ATITUDES SEXUAIS DOS ADOLESCENTES



Segundo um novo estudo, meninos adolescentes que assistem muita TV e também tem uma estreita relação com a mãe são mais propensos a ter visões prejudiciais estereotipadas da mulher e do sexo.
Já para meninas coladas a TV, no entanto, um forte apego à mãe age como um amortecedor contra o efeito negativo da televisão do ponto de vista sexual.
Estudos anteriores haviam mostrado que as mães desempenham um papel na opinião das crianças sobre as principais atitudes sexuais e responsabilidade sexual.
Agora, pesquisadores belgos resolveram determinar se uma estreita relação com a mãe podia proteger os adolescentes dos efeitos negativos que a televisão tem sobre atitudes sexuais.
Os pesquisadores entrevistaram 1026 adolescentes de 16 anos de nove escolas na Bélgica, perguntando-lhes sua opinião sobre o compromisso nos relacionamentos, sexo casual e papéis de gênero tradicionais. Os adolescentes também responderam às perguntas de forma anônima sobre a quantidade de TV que assistiam em um dia, bem como seu nível de apego à sua mãe.
Os pesquisadores descobriram que, em média, os adolescentes assistiam mais de 23 horas de TV por semana, ou mais de três horas por dia.
E quanto mais eles assistiam TV, especialmente os meninos, mais propensos eram em apoiar o sexo casual, concordando com declarações como: “É normal ter relações sexuais com mais de uma pessoa de cada vez”.
Os mais observadores de TV também eram mais propensos a concordar com os estereótipos de gênero, tais como: “Os homens são sexualmente dominantes”.
Os autores do estudo observaram que programas de TV na Bélgica (e em muitos outros lugares do mundo) costumam conter mensagens sobre atividades sexuais recreativas, mas dificilmente mencionam os riscos e responsabilidades associados ao sexo.
A maioria dos programas de TV também representa papéis tradicionais de gênero, com homens retratados como dominantes, personagens sexualmente obcecadas e mulheres como objetos sexuais atraentes.
No geral, entre os adolescentes que não assistiam tanta TV, o apego materno mostrou ter uma influência positiva em suas atitudes sexuais. Para estes adolescentes, quanto mais ligados a mãe, menos eles concordavam com afirmações estereotipadas sobre papéis de gênero e sexo casual.
Os pesquisadores descobriram que, em geral, as meninas tinham um maior vínculo materno do que os meninos, e que os meninos tinham uma atitude mais recreativa em relação ao sexo. Meninos também eram significativamente mais propensos a concordar com as declarações referentes à dominação sexual masculina.
Quando as mães foram trazidas para essa mistura, no entanto, uma diferença de gênero foi encontrada entre os observadores de TV.
Meninas adolescentes que eram mais firmemente ligadas às suas mães pareciam menos suscetíveis à influência da TV sobre as atitudes sexuais.
No entanto, uma estreita relação com a mãe não teve o mesmo efeito positivo sobre os meninos adolescentes: aqueles que eram mais firmemente ligados às suas mães eram na verdade mais suscetíveis à influência negativa da TV em atitudes em relação ao sexo casual e estereótipos dos papéis de gênero.
Os pesquisadores não tem certeza por que isso acontece, mas oferecem algumas possibilidades, por exemplo, as meninas adolescentes que assistem TV podem ter uma reação defensiva aos papéis sexuais tradicionais retratados.
Além disso, os estereótipos utilizados no estudo foram de homens, assim os adolescentes podiam se identificar mais com os personagens e seria mais fácil apoiar esses estereótipos.
Mais pesquisas são necessárias para desvendar as razões por trás das diferenças de gênero encontradas no estudo.

SEXO NA ADOLESCENCIA PODE AFETAR DESENVOLVIMENTO DO CÉREBRO E COMPORTAMENTO ADULTO



Segundo uma nova pesquisa, sexo durante a adolescência pode afetar o humor e o desenvolvimento do cérebro na idade adulta.
O estudo, que foi realizado em hamsters, revela como as experiências sociais durante a adolescência, quando o cérebro ainda está em desenvolvimento, podem ter consequências amplas.
Especificamente, os animais que copularam mais cedo na vida tinham níveis mais elevados de comportamentos depressivos, alterações no cérebro e tecidos reprodutivos menores em comparação com aqueles que tiveram relações sexuais mais tarde (ou não tiveram relações).
“Ter uma experiência sexual durante este ponto no tempo, no início da vida, traz consequências”, disse o coautor do estudo, John Morris.
Os pesquisadores alertam, no entanto, que o estudo não deve ser usado para promover a abstinência adolescente, uma vez que foi realizado em hamsters e não é certeza que a mesma conclusão se aplica a seres humanos. São necessárias mais pesquisas para compreender os efeitos de relações sexuais durante a puberdade.
Os cientistas fizeram um grupo de hamsters machos com 40 dias de idade (o equivalente a adolescência humana) acasalarem com fêmeas adultas. Um segundo grupo de machos acasalou na idade adulta (80 dias na vida), enquanto um grupo de controle não foi exposto a fêmeas.
Os hamsters atingem a puberdade aos 21 dias, e aos 40 dias chegam na pós-adolescência, mais ou menos equivalentes às idades 16 a 20 anos em humanos.
Quando os animais completaram 120 dias, os pesquisadores fizeram vários testes. Quando colocados na água, os animais que tiveram relações sexuais aos 40 dias foram mais propensos a parar de nadar vigorosamente, um sintoma da depressão, do que os outros três grupos.
Todos os hamsters sexualmente ativos apresentaram níveis mais elevados de ansiedade, medidos pela vontade de explorar um labirinto.
O grupo que teve relações sexuais na adolescência também mostrou menos complexidade em dendritos do cérebro, as extensões de ramificação de neurônios que recebem mensagens de outras células nervosas, e maior expressão de um gene associado com a inflamação.
Certos tecidos reprodutivos, incluindo as vesículas seminais (glândulas dos machos que ejaculam) e vasos deferentes (tubos que transportam o esperma para fora dos testículos), também foram menores nestes animais.
No entanto, o grupo de 40 dias também mostrou alguns benefícios da experiência da vida sexual precoce, incluindo massa corporal reduzida e maior resposta imune na idade adulta.
“Estudos anteriores em animais mostraram que as experiências e os hormônios sexuais, quando administrados no início da vida, têm consequências a longo prazo para o cérebro, para a fisiologia e comportamento”, disse o coautor da pesquisa, Zachary Weil.
Os pesquisadores basearam seu estudo no trabalho de Cheryl Sisk que mostrou que, em roedores, os níveis elevados de testosterona na puberdade influenciam o desenvolvimento de circuitos cerebrais que estão por trás dos comportamentos sociais do sexo masculino.
No estudo de Sisk, hamsters castrados foram menos propensos a copular com fêmeas receptivas e eram mais submissos para com intrusos do sexo masculino em comparação com machos que tinham níveis naturais de testosterona. Substituir o hormônio na fase adulta não restaura os níveis normais destes comportamentos sociais.
“Nós pensamos que a testosterona na puberdade organiza circuitos neurais durante a adolescência de uma maneira que maximiza respostas sociais e comportamentos típicos masculinos na vida adulta”, disse Sisk. Ela acrescentou que a testosterona pode estar ligada a mudanças estruturais no cérebro, incluindo como os dendritos são organizados ou conectados um ao outro.
A nova equipe está agora investigando se a testosterona é o único mecanismo envolvido. Em um novo estudo, os animais receberão o hormônio, em vez de acasalarem.
Sisk disse que acredita que uma combinação de hormônios e experiências afeta o desenvolvimento do cérebro durante a puberdade e adolescência. “Nos seres humanos, essas duas variáveis são difíceis de separar, porque os níveis elevados de hormônio que são típicos da puberdade levam ao aparecimento de características sexuais secundárias, que por sua vez alteram a natureza das interações com os pais, colegas e professores”, disse ela.
Os resultados do estudo são muito preliminares, e devem ser usados apenas para estimular a discussão sobre o papel das experiências iniciais na vida de seres humanos de uma forma geral.
“Há evidências anteriores de que a idade da primeira experiência sexual correlaciona-se com problemas de saúde mental em humanos”, disse Weil. “Mas, como todas as pesquisas com seres humanos, há uma série de outras variáveis envolvidas, como a supervisão dos pais e o status socioeconômico, que podem estar envolvidos tanto com a idade da primeira experiência quanto com a depressão”, explica.
Embora essa pesquisa possa ser útil em começar a compreender os resultados de saúde física e mental do sexo na adolescência em humanos, Weil disse que a principal conclusão do estudo é que a experiência durante a adolescência, quando o cérebro ainda está se desenvolvendo, pode ter efeitos a longo prazo sobre a saúde e o comportamento.
Weil disse que os dados, no entanto, indicam o quão potencialmente prejudicial pode ser a negligência e o abuso de jovens, em que ambos hormônios elevados e experiências negativas estão em jogo.

A INTERNET MUDOU AS ATITUDES SEXUAIS DOS JOVENS



Becky Nicolson tem 24 anos e teve uma infância normal. Quando era mais jovem, como a maioria das adolescentes, Becky se preocupava com sua aparência, o que as pessoas pensavam dela e quando ela arranjaria um namorado.
Mas depois de sofrer bullying na escola e desenvolver uma forte insegurança, ela tomou medidas mais drásticas do que a maioria. Becky começou a ter relações sexuais com estranhos que conhecia na internet para tentar impulsionar sua confiança e convencer-se de que era atraente.
Ela diz que entre os 15 e 20 anos, dormiu com 40 homens. Becky diz que não pensava nos riscos no início, mas mudou à medida que envelhecia. “Eu me tornei muito mais consciente dos riscos, e quão perigoso isso pode ser”, admitiu.
“Foi viciante em um ponto, apenas para me sentir bem comigo mesma por duas ou três horas ou dias. Mas depois de tudo o que tinha acontecido, eu sempre voltava a sentir uma sensação horrível sobre mim”.
O caso de Becky não é único. Novas pesquisas sugerem que redes sociais e outros sites de relacionamento estão mudando as atitudes dos jovens em relação ao sexo.
Um relatório chamado “O Uso das Tecnologias nos Relacionamentos” foi feito por acadêmicos da Universidade de Plymouth, em associação com o Centro de Segurança na Internet, no Reino Unido.
865 pessoas com idades entre 16 e 24 anos responderam uma pesquisa online. Um em cada 10 dos entrevistados disse ter se encontrado com pessoas que conheceram online e, em seguida, passaram a ter sexo casual com ela.
Cerca de metade dos entrevistados admitiu ter feito sexo online a partir de webcam, e um terço das pessoas disseram que tinha sido com um estranho.
Andy Phippen, professor que realizou a pesquisa, diz que ela mostra uma mudança de atitude nos jovens em relação ao sexo. “Os resultados desta pesquisa mostram que a tecnologia agora é parte normal das relações de dezenas de milhares de pessoas”, disse. “Isso pode incentivar as pessoas a serem mais promíscuas.”
É evidente que há perigos em encontrar pessoas para relações sexuais depois de encontrá-las na internet. Em exemplos mais extremos, houve vários casos em que mulheres foram assassinadas nesses encontros.
Além desses riscos, há também a preocupação com o aumento de doenças sexualmente transmissíveis (DST) devido a essas mudanças de atitude. As pessoas devem ficar atentas a segurança e pensar na saúde sexual antes desses envolvimentos.

O APETITE SEXUAL MASCULINO É A CAUSA DAS GUERRAS?


De acordo com cientistas, o apetite sexual masculino é a causa as guerras; ao menos a maioria dos conflitos humanos, dos “hooligans” do futebol até as disputas religiosas.
O instinto “guerreiro” masculino significa que os homens estão programados para serem agressivos contra qualquer um que pareça ser estranho.
Em termos evolucionários, a violência ajudou alguns de nossos antepassados a aumentar seus status e ganhos materiais, mas em termos modernos, esse tipo de comportamento pode levar a conflitos de grande escala.
Em contraste, os pesquisadores afirmam que as mulheres têm uma tendência natural a “compreender e apoiar”, o que implica em tentativas de resolver conflitos de maneira pacífica, para proteger as crianças.
O novo estudo é uma revisão para a hipótese do “homem guerreiro”. Ele tenta mostrar que em todas as culturas, ao longo da história, os homens tiveram mais tendência a usar a violência do que as mulheres.
A atitude “tribal” dos homens teria como finalidade última o aumento das chances de se reproduzir, similar ao comportamento territorial dos chimpanzés.
O novo estudo também examinou evidências que sugerem que o sexo masculino tem um senso maior de identidade de grupo do que o feminino, desenvolvendo laços mais fortes quando confrontados.
Os especialistas dizem que esse tipo de comportamento, contra pessoas de fora, foi importante no passado, “mas pode não ser funcional nos tempos modernos, e até contraprodutivo”.
Algumas vezes, isso resultou em guerras gigantes entre países e impérios, chegando até as lutas constantes entre gangues urbanas e torcedores de futebol.
Mark van Vugt, que liderou o estudo, comenta: “A solução para os conflitos, que são um problema comum em todas as sociedades modernas, continua indefinida. Uma das razões para isso talvez seja a dificuldade em mudar a nossa maneira de pensar, que vem se desenvolvendo por milênios”.
A revisão sugere que a mente humana é formatada de um modo que tende perpetuamente para o conflito contra os ‘diferentes’. “Nós vemos um comportamento similar nos chimpanzés. Por exemplo, os machos ficam monitorando continuamente as fronteiras de seus territórios”, explica. “Se uma fêmea de outro grupo chega perto, ela pode ser persuadida para migrar. Mas se um macho passa muito os limites, ele pode ser brutalmente machucado e até morto”, adiciona.
Uma pesquisa de 2008 mostrou que a evolução da agressividade nos homens é derivada da luta por parceiras e territórios. O estudo mostrou que nossos genes podem ter um impacto significativo em traços como a agressividade, o que significa que no curso de nossa história, os grupos mais agressivos acabaram “selecionados naturalmente”. Por conquistarem mais mulheres e deixarem mais descendentes como sinal de vitória, seus traços genéticos foram passados para frente

O PONTO "G" NÃO EXISTE MAS NEM TUDO ESTÁ ACABADO


Algumas pessoas juram que o encontraram, outras juram que ele não existe; não estamos falando sobre a antiga Cidade Perdida de Ouro ou o Santo Graal, mas algo muito mais comum: o ponto G.
O famoso ponto erógeno das mulheres é um mistério para muitos. Agora, um novo estudo que investigou 60 anos de pesquisas trouxe uma resposta que vai fazer você parar procurá-lo – porque ele não existe.
“Sem dúvida, um ponto anatômico chamado ponto G não existe”, disse o autor do estudo, Dr. Amichai Kilchevsky.
O famigerado ponto G foi nomeado em homenagem ao ginecologista alemão Ernst Grafenberg, que em 1950 escreveu que existia uma zona erógena que poderia ser encontrada na parede anterior da vagina ao longo do curso da uretra.
Os pesquisadores Dr. John Perry e Dra. Beverly Whipple apelidaram essa área de ponto G em 1981, quando replicaram a descoberta de Grafenberg em suas próprias pesquisas.
Para o novo estudo, Kilchevsky e seus colegas revisaram 29 estudos, que incluíram inquéritos, biópsias do tecido vaginal, estudos nervosos, ultrassom – tudo que existe! – e não encontraram qualquer estrutura anatômica na parede anterior da vagina (a parede que ficaria de frente com a barriga da mulher), onde o ponto G supostamente residiria.
Os pesquisadores não conseguiram encontrar mais nervos nessa área ou qualquer indicação de uma estrutura física que considerassem conclusiva.
Porém, pesquisas mostram que a maioria das mulheres acredita na existência de um ponto G, inclusive aquelas que disseram nunca terem o localizado.
Um outro estudo, entretanto, levantou a possibilidade do ponto G ser na verdade uma “zona erógena” em mulheres.
O estudo fez varredura do cérebro das mulheres que atingiram o orgasmo e descobriu que o cérebro mostra aumento de atividade na área do córtex sensorial quando se estimula a área em que o ponto G supostamente reside (embora ele não esteja lá).
Conclusão: “só não podemos chamá-lo de ‘ponto’, porque não existe um”, disse o autor desse estudo, Dr. Barry R. Komisaruk. Mas essa pode ser uma zona de estimulação sexual. “Deveria ser chamado de zona G ou área G”, disse.
Komisaruk disse que a revisão de estudos que desmascara a existência do ponto G se concentra apenas em um ponto específico, quando uma grande quantidade de pesquisas diz que esse centro de prazer supostamente é ativado quando você coloca pressão na parede anterior da vagina.
Essa pressão, segundo ele, é na verdade o ato de empurrar outras estruturas sensíveis, incluindo a uretra, a glândula de Skene (também conhecida como “próstata feminina”) e o clitóris. “Não é apenas um local”, diz Komisaruk. “É uma confluência de uma série de diferentes órgãos genitais sensíveis”.
A complexidade é destaque pelo fato de que algumas mulheres experimentam diferentes sensibilidades do que outras quando se trata de sexo e de atingir o orgasmo – os indivíduos são exatamente os mesmos.
Mas para os casais que estão frustrados na sua busca por prazer final, Komisaruk sugere que eles devem apenas apreciar o que têm. “O ponto G não deveria ser chamado de Santo Graal”, disse ele. “As pessoas devem obter prazer na onde podem”.

O QUE ACONTECE DEPOIS DO SEXO?


De acordo com um novo estudo, realizado por psicólogos da Universidade de Michigan e de Albright, a tendência a dormir antes e após o sexo está associada com um desejo maior de afeição e laço emocional por parte do parceiro que não dormiu.
“Quanto mais uma pessoa dorme após o sexo, mais a outra deseja se ligar a ela”, explica Daniel Kruger, de Michigan, autor principal do estudo.
O estudo examinou 456 voluntários, que preencheram questões online sobre as experiências e desejos após o sexo. Eles então indicaram “quem dorme após o sexo?” e “quem dorme antes quando vão para a cama sem fazer sexo?”.
Os participantes com parceiros que cochilavam logo após o sexo tinham desejos maiores de ficar conversando e se abraçando.
“Dormir antes do parceiro pode ser uma forma não consciente de se fechar para qualquer comprometimento posterior”, comenta a coautora, Susan Hughes.
O estudo também analisou quem têm mais tendência a dormir: homens ou mulheres.
Apesar do senso comum, os pesquisadores não encontraram mais tendência no sexo masculino. As mulheres, entretanto, dormem antes quando não houve sexo.
“Talvez os homens fiquem acordados por mais tempo como uma forma de assegurar sua parceira – garantir que ela não os largue”, afirma Hughes. “Eles também podem ficar mais acordados para tentar seduzir a mulher a fazer sexo”.
Os autores comentam também que há pouca pesquisa sobre comportamento pós-sexo. “A maior parte da pesquisa na psicologia da reprodução humana foca no que acontece antes do ato”, comenta Hughes. “Mas as estratégias reprodutivas não terminam no sexo; elas podem influenciar comportamentos específicos após o sexo”.

CONVERSAR DEPOIS DO SEXO É TÃO IMPORTANTE QUANATO O MESMO



Psicólogos de uma universidade na Pensilvânia, nos EUA, garantem que um relacionamento saudável não consiste apenas de sexo. Homens que caem no sono ou saem da cama logo após o ato sexual tendem a deixar suas companheiras mais inseguras e emocionalmente abandonadas do que estariam se nem tivessem feito sexo.
A importância da conversa pós-ato sexual, segundo os pesquisadores, está ligada a questões de segurança conjugal: 456 pessoas heterossexuais foram consultadas, e as mais carentes de afeição eram justamente aquelas cujo parceiro era de poucas palavras logo após a interação carnal.
Segundo os psicólogos, os homens tendem a dormir antes para evitar diálogos sobre comprometimento na relação. As mulheres, automaticamente, se sentem oprimidas quando isso acontece. É importante, de acordo com os especialistas, que o homem e a mulher fortaleçam seus laços amorosos com palavras, para dizer a si mesmos que seus relacionamentos são mais profundos do que o simples ato sexual.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

SEXO ORAL NÃO É PECADO!

... TEM BASE BÍBLICA OU NÃO?
Amados, tenho trabalhado durante o último ano com terapia sexual cristã, e abaixo segue um artigo que encontrei no inicio de meu ministério, mas que ate o dia de hoje eu gosto de me referir sobre ele. TRATA-SE DO SEXO ORAL; PODE OU NÃO PODE? É PECADO OU NÃO? O QUE DIZ E O QUE NÃO DIZ A BIBLIA? Esse é um dos temas que despertam mais duvidas no meio do povo de Deus, principalmente aqueles que são novos na fé e casados de pouco. O texto original deste estudo foi ESCRITO POR: Denis de Oliveira, Pastor-Missionário pela World Missions Community, USA, e Pastor-Presidente das Assembléias de Deus - Minist. Poder de Deus, RJ, com edições e complementos meu – PR.Wanderson da Silva.
Quero deixar bem claro aos amados irmãos em Cristo que, como pastor, jamais serei a favor de liberalismos e libertinagens que existem no meio dos que se dizem evangélicos, mas que vivem fazendo o que querem. Estes não têm compromisso com a Seara, e com suas rebeldias desenfreadas, vivem em trevas, sem o conhecimento de Deus.
O artigo abaixo se destina a casais realmente casados, que buscam o esclarecimento de dúvidas em suas intimidades sexuais, e encontram-se turbados por ouvirem aqui e ali pregações de "...é proibido isso..."..."...é proibido aquilo...", sem nenhuma base bíblica que possa ao menos nos dar uma segurança do que somos restringidos. (ALERTA!!! MUITO DO QUE SE ENSINA E PREGA EM VÁRIAS IGREJAS É APENAS COSTUME E DEDUÇÃO HUMANA, E NÃO DOUTRINA OU MANDAMENTO BÍBLICO.)

“A inclinação da carne é morte!...” Referindo-se aos frutos da carne que estão em Gálatas 5:19-21:

"Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus".
O texto acima não tem nada a ver com o relacionamento sexual de um casal. Ou iremos todos aderir ao celibato dos padres, para não cumprirmos as "vontades da carne"??? O sexo oral tem sido, por alguns cristãos, abominado como um pecado mortal. Mas porque? Qual a base bíblica para tal proibição?? Estaríamos diante de uma real santificação, ou de um extremo fanatismo que enxerga as formas de carícias como pornografia e "pecado"?

A pornografia tem deturpado o verdadeiro significado do sexo, a verdadeira imagem de uma relação sexual sadia. Quando falamos em sexo oral, a primeira coisa que vem a mente da maioria das pessoas são as imagens repugnantes já vistas em revistas ou filmes pornográficos. É certo que não iremos, em nome da liberdade, fazermos "de tudo que o mundo faz no sexo", mas se mantivermos o sexo numa relação de eterna monotonia, sem suas carícias, cairemos numa terrível decepção e frustração, achando que servimos a um Deus que "proíbe tudo", até mesmo depois de estarmos casados.

Quem ama a sua esposa, ou esposo, acha nela ou nele a sua beleza, e jamais sentirá condenação em colocar a boca em qualquer parte do seu corpo, pois os dois já são uma só carne! Se não há base bíblica para proibir o sexo oral, de onde provém isso? Isso é proveniente de falsa santidade e moralismo, hipocrisia de pessoas que não conhecem a bíblia, dos “achismos” pentecostais e tradicionais, religiosos fanáticos, que criam, sob: línguas estranhas (algumas muito estranhas mesmo), falsas revelações, e versículos fora de contexto - um bloqueio na vida sexual de cristãos, que ao invés de promoverem edificação só trazem confusões e frustrações.
"Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência, proibindo o casamento e ordenando a abstinência dos manjares que Deus criou para os fiéis e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças". (1 Timóteo 4:2,3)

Uma das desculpas dos que acham o sexo oral um pecado, é que a "sua boca é para louvor e adoração ao Senhor", e não para "essas coisas". Se a boca é somente para orar, louvar e pregar, não vai se alimentar mais? Realmente os nossos lábios são mesmo para louvor e adoração ao Senhor, assim como todo o nosso corpo é templo do Espírito Santo. Se sexo oral fosse pecado (porque a bíblia não menciona), o que dizer do beijo na boca? A bíblia também não menciona! É pecado?? Se essas pessoas alegam que a boca é para louvor e adoração, eles beijam a esposa na boca? Por quê?? Porque é permitido o beijo na boca (uma forma de carinho que não deixa de excitar, dependendo da ocasião) e não é permitido o sexo oral?!

Se a boca é para pregar, orar e glorificar, e as MÃOS? Não são utilizadas para ungir? Para impor as mãos sobre os enfermos? Para orar pelos irmãos? A esposa não pode mais ser acariciada? A esposa não vai mais acariciar o seu esposo?? Vão fazer sexo como dois animais? Só encostam e pronto?

A igreja em geral tem por hábito a ver o sexo como algo pecaminoso, contudo o sexo foi criado por Deus e não pelo diabo. O Sexo dentro do casamento é para a satisfação, física, emocional e espiritual de todos os casais, e não somente para procriação, como já foi dito por religiosos do passado. Assim como os desejos sexuais que são causados pelos hormônios em nossos corpos juntamente com a necessidade física e emocional de um afeto - não provém do maligno e sim de Deus. desde o princípio deus viu que o homem precisava de uma mulher pois a solidão não seria boa para ele.
DEUS ESTÁ TÃO PREOCUPADO COM O PRAZER SEXUAL DO HOMEM QUE ELE MESMO DECLAROU POR MEIO DO ESPIRITO SANTO (TODO LIVRO É INSPIRADO POR DEUS) QUE NÃO É BOM QUE O CASAL SE NEGUE (SEXUALMENTE) UM AO OUTRO, A NÃO SER POR POUCO TEMPO E SE ESTIVEREM DE COMUM ACORDO. POR QUÊ? PORQUE ELE SABIA QUE HOMEM NECESSITA DE SEXO E QUE TERIA DESEJOS CONSTANTES, E ESSES SE NÃO FOREM SUPRIDOS COM OS CONJUGES PODERIAM CAUSAR TENTAÇÃO E LEVAR AO ADULTÉRIO OU OUTROS PECADOS SEXUAIS.  LEIA 1 CORINTIOS 7:3-5
É difícil entender algumas proibições de alguns irmãos, que, movidos pela emoção de "santificarem" tudo, criam heresias e “achismos”, frutos da falta de conhecimento bíblico, muitas vezes movidos mesmo por invejas, ciúmes, pelo velho "ouvi dizer", e etc. Como aprenderam de outros religiosos que aquilo era pecado ou errado nunca buscaram de por si mesmo nas escrituras para descobrir o que é doutrina bíblica e o que passou a ser doutrina de homem, costumes e modismos.
“Ao fim de tudo, a vida cristã vai se tornando um “fardo pesado” onde “não pode isso", "não pode aquilo", sem nenhum mover de Deus, e somente proibições, censuras, que criam mais apostasia, do que o crescimento do Reino de Deus. É grande minha tristeza de ver casais caindo em adultério e divórcio depois de haverem experimentando um casamento fracassado na área sexual. 
SE NÃO HÁ SATISFAÇÃO SEXUAL NUM CASAMENTO AS CHANCES SÃO ALTISSIMAS DE QUE HAVERÁ SEPARAÇÃO OU TRAIÇÃO AO LONGO DO CURSO. O NUMERO DE DIVÓRCIO AUMENTA A CADA DIA NOS LARES EVANGÉLICOS E NO TOPO DAS CAUSAS ESTÃO OS: PROBLEMAS SEXUAIS.
“...MAS ANTES NÃO ERA ASSIM!?” Lógico, numa antiga sociedade onde os homens tinham a voz sobre tudo e a mulher era considerada como um objeto da casa para fins domésticos e DE procriação, havia-se pouco divórcio. Qual a mulher que ousaria ficar falada por uma separação. Contudo viviam amargadas e infelizes por toda a vida E NA MAIORIA DAS VEZES INSATISFEITAS SEXUALMENTE E EMOCIONALMENTE O PRAZER DO MARIDO ERA A única COISA QUE IMPORTAVA... O homem com pouca criatividade na cama se satisfazia enquanto as mulheres ficavam a ver navio.
HOJE ISSO MUDOU... “O TEMPO DA AMÉLIA - A MULHER DE VERDADE – ACABOU”... E se os casais evangélicos não adotarem princípios novos – EM LINHA COM A VERDADE -  para se ajustarem ao mundo moderno também sofrerão perdas, pois o tempo do silêncio acabou. Na verdade nunca foi plano de Deus a vida sexual incompleta para o casal...
Ao invés de pregarem o Evangelho (ordem do Senhor Jesus: "Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura". Marcos 16:15) querem pregar outro evangelho. Um evangelho cheio de legalismos, onde se vê sexo como pecado e coisa suja. Esse não é o evangelho do Senhor Jesus Cristo. O Evangelho do Senhor Jesus Cristo é aquele em que as pessoas são livres, e são tocadas por Deus, e não pelo homem, para abandonar práticas que considerem pecado. E com base nas Escrituras.

Se alguém ensina alguma doutrina diversa, e não se conforma com as sãs palavras
de nosso Senhor Jesus Cristo, é soberbo, e nada sabe?

(1 Timóteo 6:3). Agora veja:
Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
                                                                                              -- ROMANOS 1:24,26-27
O TEXTO BÍBLICO QUE GERALMENTE É USADO – FORA DO CONTEXTO – PARA FALAR EM CONTRA DO SEXO ORAL E ANAL SE ENCONTRA EM ROMANOS 1: 24 E 26. CONTUDO BASTA UM POUCO DE ATENÇÃO NA LEITURA DO PROPRIO CAPITULO 1 DE ROMANOS E QUALQUER LEIGO ENTEDERÁ QUE O TEXTO DOS VV.18-32 SE REFERE AO HOMOSSEXUALISMO E LEBIANISMO E NÃO DE PRÁTICAS SEXUAIS ENTRE CASAIS HETERO.
LEIA COM ATENÇÃO E COMPROVE POR SI MESMO. O PRÓPRIO VERSICULO 27 DE ROMANOS 1 DA CONTINUAÇÃO AO CONTEXTO CORRENTE O QUAL TRATA DE HOMOSSEXUALISMO MASCULINO E FEMININO.
FORA DO CONTEXTO EU PODEREI USAR QUALQUER VERSICULO BÍBLICO PARA JUSTIFICAR O QUE EU CREIO OU PENSO (“ACHISMO”) SER CORRETO. CONTUDO NADA FORA DO CONTEXTO PROVÉM DA SABEDORIA DE DEUS E SIM DA IGNORÃNCIA HUMANA.

"Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: não toques, não proves, não manuseies? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; as quais tem, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne". (Colossenses 2: 20-23)


"Fugi dos escribas, que gostam de andar com vestes compridas" (Marcos 12:38)
EM RESUMO: SEXO ORAL É PECADO? NÃO!!! SEXO ORAL NÃO É NEM NUNCA FOI PECADO, PELO MENOS  NÃO DO PONTO DE VISTA BÍBLICO. SE FOR LERMOS A BÍBLIA DENTRO DE SEU SENTIDO CORRETO EM CONTEXTO NÃO ENCONTRAREMOS REGRAS PARA A INTIMIDADE DO QUE PODE E ATE AONDE PODE, EXCETO ALGUMAS DIREÇÕES E PRINCIPIOS QUE PODEM SER CONSIDERADOS EM CONTEXTO GERAL DA VIDA A DOIS. 
ASSIM COMO O PR. SILLAS MALAFAIA, EU TAMBÉM DESAFIO A QUALQUER TÉOLOGO OU MESTRE DA PALAVRA A PROVAR BIBLICAMENTE DENTRO DO CONTEXTO E TEMPO QUE HÁ VERSICULOS DIRETOS OU INDIRETOS QUE TRATEM DO TEMA (SEXO ORAL) PARA DETERMINÁ-LO COMO PECADO. LEIA O LIVRO DE CANTARES DE SALOMÃO E LA VOCÊ VERA A CELEBRAÇÃO DO SEXO E INTIMIDADE ENTRE UM CASAL. EMBORA O TEXTO SE ENCONTRE EM SENTIDO FIGURADO BASTA VOCÊ TROCAR O SENTIDO FIGURADO POR SENTIDO LITERAL DENTRO DA INTIMIDADE E VOCÊ VERÁ QUE A MÃO E BOCA DO ESPOSO PASSEIA POR TODO O CORPO DA ESPOSA E VICE VERSA.
 QUANDO É QUE O SEXO ORAL SE TORNARIA PECADO? QUANDO VOCÊ PERMITIR QUE SUA CONSCIÊNCIA TE DIGA QUE É. TALVEZ VOCÊ APRENDEU QUE ERA PECADO (ERRO DE DOUTRINA) E AGORA SE SENTE CULPADO EM FAZE-LO. SE FOR ESTE O TEU CASO LIBERTE-SE DESSA CULPA E DESFRUTE O SEXO EM SUA PLENITUDE COM SEU CONJUGE POIS BIBLICAMENTE CORRETO NÃO HÁ BASE PARA DECLARÁ-LO CULPADO. CONTUDO SE VOCÊ NÃO CONSEGUE SE LIBERTAR DA CULPA ENTÃO SEMPRE SERÁ PECADO PARA VOCÊ, POIS SUA CONSCIÊNCIA – NÃO DEUS – TE JULGARÁ COMO PECADO.
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SE VOCE DUVIDA LEIA O CAPITULO1 DO LIVRO DE JÓ