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sábado, 28 de abril de 2012

NEM SÓ DE SEXO VIVE O HOMEM


A Paz do Senhor.
Hoje venho escrever sobre um assunto muito importante para nós jovens, principalmente.
Namoro, algo a juventude de hoje quer viver na pele ! Os hormônios falam fisicamente, falam biologicamente, a química envolve um casal rapidamente. Mas nós, precisamos saber e entender sobre o namoro cristão.

O mais triste de tudo que vemos hoje, é ver que os jovens já não mais se preocupam em namorar, querem apenas o "FICAR", isso é errado, pois somos templos do Espírito Santo, somos templos sagrados do Senhor, e precisamos respeitar o corpo um do outro. O ficar é errado porque ? Porque não existe compromisso, é apenas uma satisfação da carne, de beijar na boca, ou simplesmente de prazer sexual. "FICAR" é pecado ! Nós, juventude cristã, precisa mostrar ao mundo o verdadeiro relacionamento entre homem e mulher, ao invés, de viver simplesmente pela satisfação da carne, e dos desejos corpóreos.

Antes mesmo de "Ficar", precisamos conhecer a pessoa, precisamos fazer um caminho de conhecimento, para saber se realmente queremos nos relacionar. Nós temos que perceber que simplesmente "Ficar" com alguém é algo extremamente vazio, vou lá, beijo na boca, e depois vou para casa, ás vezes não sei nem o nome da pessoa com qual eu me relacionei. Chega de tanta besteira.
Nós precisamos de namoro, e namoro sério, onde se caminha primeiro com uma amizade, para que aja um relacionamento fiel, e verdadeiro, necessita-se criar uma amizade entre o casal, para que brote confiança, afeto, carinho, e amor. Não simplesmente o toque do corpo. Como um beijo. Os sentimentos, não são descobertos com um beijo. Não ! São desenvolvidos ao longo de um conhecimento da pessoa com o qual se convive.

Essa é base de um namoro cristão, primeiro o conhecimento, para depois realmente namorar. Precisamos pedir ao Espírito Santo que nos ajude a controlar os desejos impulsivos de nossa carne. Afinal o mundo quer viver pela base do sexo, e hoje a mentalidade do Jovem é eu quero conhecer e viver o Sexo. Não ! Nós precisamos mostrar a castidade ao mundo, e isso não é algo bárbaro não, não é simplesmente antigo. A modernidade não quer dizer sem-vergonhice. É assim que os jovens querem viver, em prostíbulos, tirando a pureza das suas namoradas, para depois descartar, e dizer : " peguei mais uma". Que palhaçada !
Somos jovens e sabemos o quanto é difícil, controlar os impulsos hormonais, por isso precisamos viver uma vida de oração, pedindo a Deus força, para sermos juventude casta, para amarmos, mas sempre na pureza, sabendo viver cada estágio de um Namoro Santo. Tendo a certeza que o matrimônio, é um namoro que deu certo, e aí, no matrimônio, poderemos viver a vida plena de um casal.

Sejamos santos, e vamos ensinar e promover namoros santos, no mundo, mostrando a ele que nem só de sexo vive o homem, mas toda experiência que Deus quer proporcionar dentro de um relacionamento, através da amizade , do carinho, do amor, do afeto, do diálogo, enfim de uma vida a dois, um namoro que caminha certo, sempre na presença de Deus, sendo exemplo aos outros, para que vivamos um vida no Espírito Santo.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

HOMOFÓBICOS SÃO HOMOSSEXUAIS INRUSTIDOS?

Um novo estudo que alega que os opositores do homossexualismo não passam de homossexuais enrustidos não passa de uma versão recauchutada de uma propaganda utilizada na década de 70, de acordo com uma ex-esquerdista que hoje alerta sobre a agenda homossexual.
“Isso é tão batido, eles diziam isso na década de 70, quando eu era da esquerda progressista. Naquela época, isso já era um tema padrão na doutrinação a respeito do homossexualismo”,afirma Linda Harvey, fundadora da organização Mission America. “Essa propaganda já existe há 40 anos, e agora eles a estão trazendo de volta”.
O site de notícias Science Daily noticia que, de acordo com um novo estudo, “a homofobia é mais evidente em indivíduos com uma atração desconhecida pelo mesmo sexo, que cresceram com pais autoritários que proibiram tais desejos”.
Netta Weinstein, palestrante da Universidade de Essex e principal autora do estudo, afirma que as pessoas que se identificam como heterossexuais “podem se sentir ameaçados por gays e lésbicas porque os homossexuais os fazem se lembrar de tendências parecidas dentro deles mesmos”.
Peter LaBarbera, da organização Americans for Thruth About Homossexuality (AFTAH) [Americanos Pela Verdade sobre o Homossexualismo] afirma que a estória não passa de pseudociência com hormônios.
“Antes de isso se tornar‘normalizado’ e politicamente correto, foi estudado. Em uma sociedade saudável, a patologia é estudada, mas agora tudo está invertido, e eles estão tentando fazer com que os que estudam o homossexualismo se tornem os doentes”, afirma.
O artigo afirma que o fato de os“homofóbicos” serem homossexuais enrustidos explica a causa por trás da perseguição direcionada aos gays e às lésbicas. Ele afirma que as notícias sobre esses incidentes costumam informar que os agressores se sentiram ameaçados pelos homossexuais, e que “as pessoas em negação da sua própria orientação sexual podem se tornar agressivos porque os alvos gays ameaçam e trazem à tona esse conflito interno”.
Eles citam o exemplo de Ted Haggard, um eminente pastor evangélico que se opunha ao homossexualismo, mas que mais tarde foi pego envolvido em um escândalo sexual gay em 2006.
LaBarbera reconhece que pessoas como Haggard existem, mas estão longe de ser a norma, e são mais indicativos de uma natureza pecaminosa.
“Jimmy Swaggart pregava contra o adultério e mais tarde foi descoberto em um caso extraconjugal. Isso significa que todos os que pregam contra o adultério o cometem em segredo?” afirma.
O estudo foi conduzido utilizando estudantes universitários cuja orientação sexual era determinada pela autoidentificação e pelo desempenho em uma tarefa que levava uma fração de segundo. Eles viam palavras e figuras em uma tela de computador, e pediam a eles para colocá-los nas categorias “gay” ou “hetero”. Antes dos testes, mostravam aos participantes a palavra “eu” ou “outros” durante 35 milésimos de segundo.
Depois disso, mostravam a eles fotos de casais gays e heteros, e as palavras “gay”, “hetero”, “homossexual” e “heterossexual”.
De acordo com os autores, as pessoas que tiveram uma reação mais rápida com as palavras “eu” e “gay” eram considerados homossexuais, independente da orientação que afirmavam ter.
Os autores concluíram que as pessoas que se declararam heterossexuais, embora o tempo de reação indicasse que eles eram homossexuais, costumavam reagir com hostilidade a “gay outros”. O estudo afirmou que a hostilidade ao estilo de vida gay por parte desses indivíduos revela que a homofobia é possivelmente resultado de uma orientação sexual oprimida.
O coautor do estudo, Richard Ryan da Universidade de Rochester, afirma que existem perigos para as pessoas que“estão em guerra consigo mesmos”.
Ele cita como exemplo o assassinato de Matthew Shepard em 1998 em Wyoming.
“A homofobia não é algo para rir. Às vezes ela pode ter consequências trágicas”, afirma.
Vários relatórios associam o assassinato de Shepard à sua homossexualidade. As investigações policiais, no entanto, sugerem que um roubo foi a motivação do crime.
LaBarbera afirma que a academia nunca faria um estudo sério dessas questões dentro da comunidade homossexual.
“Temos todas essas patologias no mundo homossexual: homens que batem nos seus parceiros, um alto nível de DSTs disparando entre homens que fazem sexo com outros homens, e mesmo assim nada disso merece um estudo que serviria para dizer que o homossexualismo é errado”, lamenta. “Não existem estudos objetivos saindo dos meios acadêmicos sobre a questão do homossexualismo, porque eles estão mais interessados em serem politicamente corretos”.
Ele continua: “Esse estudo mais cedo ou mais tarde será citado em algum livro didático escolar ou ensinado na Califórnia, onde não se pode falar nada negativo a respeito do estilo de vida homossexual”.
Harvey compartilha a preocupação de LaBarbera, de que o estudo será usado para ensinar as crianças ainda muito cedo que, caso se oponham ao homossexualismo devido à sua educação religiosa ou aos seus impulsos normais sob o argumento de não é algo normal, elas são na verdade homossexuais enrustidos.
“Eles querem visar nossos filhos e introduzir o sexo às crianças cada vez mais cedo, para que passem a enxergar em termos sexuais qualquer tipo de relação que tiverem com qualquer pessoa, seja ela criança ou adulta”, afirma Harvey.
Ela afirma que a linha de raciocínio apresentada no estudo era parte integrante dos ensinamentos feministas com relação à liberação sexual da década de 70, quando seus integrantes eram ensinados a virar a mesa contra os opositores do homossexualismo, acusando-os da coisa mesma à qual se opunham.
“Isso é claramente uma tática de intimidação para convencer a maioria das pessoas que sabem que há algo errado com o homossexualismo de que, em vez disso, há algo errado com elas. Fizemos isso na década de 70, quando Anita Bryant soava o alerta contra o movimento homossexual”, afirma. “Esse estudo não passa de uma recauchutagem das mesmas coisas que o movimento homossexual estava ensinando na década de 70".
Harvey afirma que durante os anos 70, ela foi voluntária por pouco tempo na rede de clínicas de aborto Federação de Planejamento Familiar.
“Como parte do processo, eles faziam uma seleção meticulosa e entregavam um questionário bastante detalhado. O objetivo disso era ver quão esquerdista você era, e faziam perguntas sobre o homossexualismo para ver se você era tolerante a ele ou não. Tudo isso é parte do feminismo radical”.

sábado, 7 de abril de 2012

OITO PECADOS DO ADULTERIO CONTINUAÇÃO



Autor(a): Júlio Carrancho

Vem depois o pecado número SEIS: contra os teus próprios amigos. A confiança que tinham em ti desaparecerá. No seu lugar instalar-se-á a suspeita, o ressentimento e a vergonha da tua presença no seu meio. Se consideram o matrimônio sagrado, quando chegas eles pensarão: "atraiçoou a própria esposa, os filhos inocentes, parentes e a nós. Quem será a próxima vítima? Eis um homem adúltero."
Vem a seguir o pecado número SETE: pecaste contra a sociedade. Sabes que para se viver numa sociedade equilibrada é importante respeitar o código moral bíblico. Isto é, fazer aos outros o que queres que te façam a ti (Mateus 7:12). Enquanto eras fiel à tua mulher não desejavas que ela adulterasse contra a tua pessoa. Casaste com ela dentro do princípio moral que todos nós temos que obedecer. O marido da mulher com quem adulteraste seguiu também o mesmo princípio. Nenhuma destas quatro pessoas iniciou a sua vida matrimonial com o objectivo preconcebido de um dia cometer adultério. O facto é que ninguém casa com o desejo de praticar tal acto. Assim, a sociedade em que vivemos é afectada pelo adultério e muito sofrimento é causado a espectadores inocentes.
Vem depois o pecado número OITO, o último mas não o menor: pecaste contra o próprio Deus. O matrimônio é uma união sagrada, no sentido em que é uma instituição ordenada por Deus na Bíblia. Por causa da dureza do coração do homem há certos casos justificáveis de divórcio, mas não existe no código divino uma única sentença para justificar o adultério. Está escrito: NÃO ADULTERARÁS (Êxodo 20:14). É um mandamento muito claro. Violar este mandamento é pecar abertamente contra Deus Omnipotente que ordenou o casamento e proibiu o adultério. As conseqüências desta desobediência são terríveis: INFERNO! A Bíblia nomeia nas suas páginas aqueles que não entrarão no reino de Deus e o adúltero faz parte da lista (1 Cor 6:10).
OITO PECADOS, com as suas desastrosas ramificações e conseqüências. Não é porém o pecado imperdoável. O adultério pode ser perdoado e o Senhor Jesus demonstrou-o perdoando uma mulher apanhada no próprio acto. Quando os religiosos daquele tempo a trouxeram aos pés de Jesus para ouvirem dos Seus lábios a confirmação do que estava escrito na lei quanto ao adultério, apedrejamento até à morte, o Senhor sem dizer uma palavra escreveu alguns nomes na areia do chão. Escreveu Ele os nomes de alguns daqueles líderes ou de membros das suas sinagogas que já tinham também cometido adultério?
A tragédia do adultério é evidenciada pelo facto das duas partes não se arrependerem juntas. Jesus perdoou a mulher adúltera mas onde se escondeu o homem que a levou a pecar? A agitação causada pelo adultério é como poderosa onda que avança e destrói. No caso do rei David destruiu uma nação. No caso de um homem anônimo causa injúria a muitas pessoas anônimas, esposa, filhos, parentes, amigos e até àqueles que ainda não nasceram. É um pecado perdoável mas deve ser confessado pelas duas partes cedo antes de se tornar a causa de conseqüências graves, a curto e longo prazo. Mas porque é que o homem e a mulher ofendem a Deus com o adultério? Por causa de desobediência. Deus diz NÃO ADULTERARÁS, porém a ordem é ignorada.
O princípio universal de conduta moral, isto é, que somos livres para escolher, mas depois somos responsáveis pelos resultados das nossas escolhas, é também aplicado ao adultério. O adúltero diz que o homem é dirigido por fortes emoções físicas impossíveis de controlar. Deus ordena que não cometas adultério. É uma poderosa ordenança. A tua escolha é obedecer a ordem divina ou obedecer as tuas emoções físicas. O resultado não pode ser escolhido. Governar a tua vida pelas tuas paixões internas é muito arriscado porque o pecado jaz à porta do teu coração (Gênesis 4:7).
O homem foi criado por Deus para apreciar e obedecer a Sua lei moral, mesmo em condições as mais primitivas. Escolhe o adultério mas não poderás alterar as suas desastrosas conseqüências. Se todos nós vivêssemos numa sociedade onde todos adulteravam uns contra os outros, a vida familiar não existiria porque todos praticavam a mentira, a desonestidade e a ofensa e a vida seria insuportável. Ninguém acreditaria no seu próximo e os filhos pagariam um preço terrível pelos nossos pecados. Deus puni-los-ia por causa do nosso pecado (Êxodo 20:5b). Nesse tipo de sociedade, onde toda a gente seria desleal e mentirosa, o amor e o bem não poderiam florescer. Significaria auto destruição como nos dias de Noé.
O adultério é terrível porque cria circunstâncias e conseqüências que não podem ser alteradas e magoa muitas vítimas inocentes. Qual é então a razão porque um homem comete adultério? Um homem está inclinado e disposto a infligir angústia e sofrimento à sua esposa, aos seus filhos e outros, e a violar importante princípio moral contra ele próprio simplesmente porque inclina o seu ouvido e obedece à sugestão do diabo (Provérbios 7:1-5; 23:27-28).
NÃO ADULTERARÁS. "Assim, o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói a sua alma. Achará castigo e vilipêndio, e o seu opróbrio nunca se apagará. Porque os ciúmes enfurecerão o marido; de maneira nenhuma perdoará no dia da vingança. Não aceitará nenhum resgate, nem se conformará por mais que aumentes os presentes." Provérbios 6:32-35 (Almeida Corrigida Fiel

CONHEÇA OS OITO PECADOS DO ADULTERIO

O adultério é um ato terrível. Porque é um pecado praticado por duas pessoas não é possível escondê-lo por muito tempo dos olhares de terceiros. No adultério estão envolvidas oito violações do código moral de Deus. O PRIMEIRO pecado é aquele praticado contra o próprio adúltero. Por outras palavras, és responsável por todas as conseqüências do teu acto e culpado diante de Deus até tudo ser confessado. Até ao dia em que fores perdoado picar-te-á com o seu aguilhão destruidor e na tua consciência sentar-se-á soberano a ditar pensamentos pecaminosos.
O SEGUNDO pecado é contra a tua própria mulher. O adultério é violação dos votos matrimoniais. É um embuste contra a tua esposa e um acto de traição contra outro ser humano que depositou confiança em ti. Também este pecado se apegará à tua consciência para destruir toda a intimidade que é característica importante entre duas pessoas que se amam. Porém o teu olhar se desviará do olhar da tua esposa porque a tua intimidade com ela foi destruída. Sabes que a atraiçoaste e desejas que ela jamais o descubra. Os adúlteros têm esta particularidade: evitam olhar nos olhos daqueles que ofenderam.
Vem depois o pecado número TRÊS: pecaste contra o marido da adúltera. O adúltero engana também outro homem, em muitos casos contra um amigo, um membro da família ou um colega de trabalho. Dali em diante o adultério torna-se um terrível obstáculo e um embaraço silencioso na tua personalidade que destrói intimidades de longos anos. Cravaste a faca da traição nas costas do teu melhor amigo, dum membro da tua família, e dali em diante a tua conduta é pretender que nada de errado existe. A isso também se chama pecado mas não o contarei nestes oito.
A seguir vem o pecado número QUATRO: pecaste contra a própria parceira do teu acto. Embora a mulher seja parte do teu pecado, foi a tua iniciativa que a provocou a pecar. No princípio de uma relação adúltera existe a oportunidade de escapar à série de conseqüências desastrosas que o acto irá provocar. Falta de discernimento nesse instante fatal leva ao pecado de adultério e arrasta contigo outro ser humano.
Vem depois o pecado número CINCO: pecaste contra os teus próprios filhos. Quando o acto é descoberto e exposto à luz resulta na destruição do equilíbrio familiar, na confiança dos filhos nos pais. Magoaste aqueles para quem eras um modelo moral, mesmo para outros familiares e amigos. Os conselhos que deste em matéria de fidelidade à vida familiar são lembrados. Os teus filhos olham agora para ti como um mentiroso, falso e traidor. O respeito que te tinham é destruído e em muitos casos o teu acto afectá-los-á psicológica, moral e espiritualmente. Danificaste o seu respeito pela vida e alguns cometem suicídio. Este pecado contra os teus filhos é extremamente grave pois despedaça a sua fibra moral e faz com que vejam a sociedade onde vivem um ambiente de corrupção e mentira. Em muitos casos destrói por completo a harmonia da vida familiar. Os teus próprios pais voltar-te-ão as costas pois não podem mais ter confiança nas tuas acções, especialmente se tiverem que sofrer parte das conseqüências do teu acto, como seja, tomar conta dos teus filhos em sofrimento.
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terça-feira, 3 de abril de 2012

PLC 122 É UM PROJETO DE LEI CRISTOFÓBICO! SAIBA POR QUE

Projeto de Lei 122/2006: inconstitucional, ilegítimo e heterofóbico OU MELHOR CRISTOFÓBICO 

Projeto de Lei 122/2006: homofobia ou heterofobia? (IV-final)

(*) Uziel Santana

“A Constituição Federal assegura que a simples expressão de condenação moral, filosófica ou religiosa ao homossexualismo não se constitui em discriminação, mas em constitucional, legítimo e legal exercício da liberdade de manifestação do pensamento, consciência e crença religiosa.”

Neste último artigo da série sobre a análise do Projeto de Lei 122/2006, onde, inicial e tematicamente, apresentamos, ao longo desta série de ensaios, o questionamento “homofobia ou heterofobia?”, responderemos, concludente e peremptoriamente, a proposição interrogativa. E já o fazemos, de plano, no título: trata-se, pelas razões anteriormente expostas e aqui reafirmadas, de um projeto de lei que, no seu nascedouro, já é, materialmente, inconstitucional, ilegítimo, imoral, totalitário e, mais que isso, potencializa, no Brasil, a possibilidade de estabelecimento de uma nova e endêmica entidade clínico-psicossocial: a heterofobia. Vejamos e reafirmamos (porque já o fizemos antes), como ilações, os porquês.

Por que o Projeto de Lei 122/2006 é inconstitucional? É inconstitucional porque a Constituição Federal estabelece, no art. 5º, como direito e garantia fundamental, que, primeiramente, “homens” e “mulheres” são iguais em direitos e obrigações, de modo que a Constituição não reconhece um terceiro gênero: o homossexual E, se assim o é, como um projeto de lei ordinária pode tentar estabelecer super-direitos e a impossibilidade absoluta de crítica a um grupo de pessoas que, enquanto homossexuais, nem reconhecidos são pela Constituição? Para a Magna Carta, queiram eles ou não, estes são homens ou mulheres. Esse foi e, continua sendo, o espírito do legislador constitucional e do poder constituinte originário que o fundamenta. Apesar de a Constituição dever ser interpretada como um texto aberto, há balizas interpretativas que são estabelecidas de modo fundacional e, portanto, não podem ser superadas sem a alteração do texto.


Ademais, como já explicamos e enfatizamos nos ensaios anteriores, o texto constitucional é de uma clareza límpida ao assentir que é livre a manifestação do pensamento, que é inviolável a liberdade de consciência e de crença, assegurando-se para isso o livre exercício dos cultos religiosos e, mais que isso, contundentemente, afirma: “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica”. E num Estado Democrático de Direito, onde os direitos sejam, material e formalmente, democratizados, o bem maior a ser assegurado é a liberdade, conquistada, historicamente, através de sangue, suor e lágrimas pela sociedade brasileira. O projeto que está aí vai, frontalmente, de encontro a liberdade que nós temos de expor idéias e opiniões. Por tudo isso, é, flagrante e materialmente, inconstitucional.

Por que o Projeto de Lei 122/2006 é ilegítimo? Diz-se que uma lei é legítima, quando esta é a expressão jurídica dos anseios, valores e vontade da sociedade. A questão é: de acordo com o que vimos sobre os artigos do projeto, estes se coadunam com a vontade da sociedade? Isto é, a sociedade brasileira quer, realmente, possibilitar o aprisionamento de padres, pastores, monges (e etc.) simplesmente pelo fato de que eles, a partir da Bíblia, pregam em seus sermões e homilias que o homossexualismo é “abominação perante Deus” e “negação da criação e do Criador, porque querem desvirtuar a natureza – corpo, alma e espírito – do ser humano”? Claro que não!

Segundo nos aponta o último censo do IBGE, mais de 90% da sociedade brasileira é católica ou evangélica. Que legitimidade tem esse projeto, então? Temos a convicção de que os olhos da sociedade brasileira, neste momento, estão voltados à iminente votação no Plenário do Senado Federal. Se não há legitimidade, em absoluto, temos a certeza de que também não haveria eficácia social ou efetividade se este projeto fosse aprovado. A não ser que se estabelecesse uma nova ditadura no Brasil (o que não é pouco provável, tendo em vista os acontecimentos políticos que temos visto).


Se usam de violência contra os homossexuais que se use o Direito como está posto para todos indistintamente. Numa democracia não há espaço para privilégios legais para um grupo de pessoas que já tem as mesmas armas e faculdades jurídicas para se defender dos abusos que possam ser cometidos contra eles.

Não à homofobia e, do mesmo, não à CRISTOFOBIA!

PISCOLOGA ROSANGELA JUSTINO DEFENDIDA POR OLAVO DE CARVALHO

A Psicóloga Rozângela Alves Justino é defendida por Olavo de Carvalho neste video. Segundo Olavo, o Conselho Federal de Psicologia não pode impedir um psicólogo de oferecer ajuda a quem quer de vontade própria deixar o comportamento homossexual.

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM A PISCOLOGA CRISTÃ MARISA LOBO

Marisa Lobo é uma Psicóloga Clínica, formada em 1996, pela universidade Tuiuti do Paraná. Pós graduada em saúde mental, com curso de extensão em sexualidade humana, dependência química. Estagiou, a convite do Governo dos Estados Unidos, na Mont Sinai Hospital, em New York, na Divisão Internacional de Atenção Primária a Saúde. Ministra cursos e palestras e possui experiência de mais de 13 anos em clinica e dependência química.

Realizou estudos sobre depressão infantil, violência e abuso sexual na infância, depressão, síndrome da adolescência e todos os tipos de compulsão, vícios e suas conseqüências. Ela é idealizadora e coordena o curso de Dependência Química: Tratamento, diagnóstico e prevenção -- Restituição sem internação, que está sendo realizado este ano de 2011 no seminário Rogate de Curitiba, em parceria com o Delegado Federal hoje Deputado Federal Fernando Francischini promove palestras e treinamentos de prevenção para professores, igrejas e comunidades (bullyng, violência, abuso sexual infantil, drogas).

segunda-feira, 2 de abril de 2012

TRANZAR NÃO ! AMAR! DICAS PARA A ATIVIDADE SEXUAL SER MAIS FREQUENTE

Revigore a sua vida sexual.

O você que acha de um casal que se relaciona sexualmente uma vez no inverno, outra no verão, outra na primavera e outra no outono?
O casal deve dar o devido valor ao sexo no casamento. Não pode ser mais e nem menos. O sexo não é tudo no casamento, mas tudo pode ser afetado quando não há realização sexual. Uma pergunta muito comum entre os casais: quando é que o sexo acaba no casamento? Essa pergunta merece algumas respostas:
1) Quando os dois não procuram desenvolver a intimidade com base no que cada um tem de melhor para oferecer;
2) Quando a familiaridade que pode gerar o desrespeito leva o casal a viver uma vida de agressões sutis que esmaga a alma, minando assim o desejo para os encontros sexuais. Quem é que se realiza sexualmente no casamento, se a alma está sendo esmagada pelo outro?
3) Quando há falta de criatividade do casal. Isso tem a ver com lugar, posições, forma, ambiente etc. Tudo dentro dos limites do bom senso e das Escrituras Sagradas. A rotina rouba a glória do ato sexual. Tudo o que é feito do mesmo jeito todos os dias perde a graça;
4) Quando não se dá a importância devida à prática do ATO CONJUGAL com qualidade. Com razão, alguém disse: "Depois que um casal aprende a 'fazer amor', nunca mais se contenta em apenas fazer sexo". O grande problema é que muitos estão fazendo apenas "sexo", e não "amor". Fazer amor é uma arte que deve ser aprendida e praticada para que os dois, a cada encontro, ganhem mais habilidade e se realizem mutuamente.
5) Quando há um problema de saúde e, por causa do preconceito, medo, machismo ou qualquer outro motivo, o cônjuge não procura ajuda médica, prefere ir empurrando com a "barriga" uma vida conjugal infeliz;
6) Deve o casal algumas vezes sair sozinho para namorar, ter mais privacidade para realizar até uma nova lua-de-mel. Você já ouviu alguém dizer: "Para mim não dá, jamais eu vou deixar os meus filhos com os outros". Quantos maridos ou esposas estão hoje frustrados(as) sexualmente por esse simples motivo? O casal precisa ter de vez em quando um tempo que seja só para os dois, e mais ninguém. Isso pode fazer toda a diferença no relacionamento.
Finalmente, nunca deixe de incentivar sua relação "afetiva-sexual". Faça investimentos que resultem no crescimento da qualidade de vida na área sexual. Não se contente em apenas "fazer sexo". Busque "fazer amor". Lembre-se que o amor é paciente, benigno, educado, justo, verdadeiro e grato. Fazer amor é deixar que, na hora da intimidade mais profunda entre um homem e sua mulher, vaze, em forma de palavras, gestos, toques, suspiros e gemidos, o gozo que só é possível no encontro dos que se amam. Quem nunca experimentou isso dentro do casamento ainda não sabe o que é "fazer amor".
 
Dicas para os dois fazerem amor e não apenas sexo:
 
Dicas para os maridos
•Se você acordou com a alma desejosa por um encontro sexual diferenciado com sua esposa logo mais à noite, dê um "sinal" a ela. Deixe um bilhete romântico, mande um e-mail, passe uma mensagem pelo celular, ligue e deixe um recado na secretária eletrônica. Assim, os dois estarão se preparando para o melhor;
•De vez em quando, busque um lugar diferente daquele onde sempre acontece o ato sexual. Seja criativo! •Se a mulher se excita mais com o que ouve, sussurre nos ouvidos da sua amada palavras que externem seu apreço, admiração, afeto, amor, carinho...
•Gaste tempo com toques, afagos, abraços e beijos antes do coito. Prolongue o tempo de excitação;
•Valorize os perfumes, os cremes, o banho, o fazer a barba...
•Não se concentre apenas nos órgãos genitais da esposa. Descentralize o sexo. Há uma viagem a ser feita por caminhos que levam até onde você quer chegar, porém, quanto mais demorado for, melhor para ela. Lembre-se: tudo na vida deve ser feito com criatividade! Leia o livro Cantares, de Salomão. •Fique atento a tudo aquilo que possa desconcentrar a esposa. Verifique se a porta e a janela estão bem fechadas, se não há possibilidade de as crianças ou uma visita que esteja em casa estar ouvindo os sons espontâneos do encontro e outros cuidados. As mulheres se preocupam com essas coisas muito mais do que os homens, por isso, quando o homem não atenta a esses detalhes, a mulher não fica à vontade para "fazer amor".

Dicas para as mulheres
· Ao perceber a intenção do marido, procure corresponder, a menos que você tenha uma razão que justifique adiar o encontro sexual;
· Se o homem se excita mais pelo que vê, procure vestir-se de forma sedutora ao seu amado;
· Se o seu marido não é do tipo afetuoso, ele pode aprender com você. Não apenas lhe dê carinho, toques e afagos, mas também verbalize sobre a sua necessidade de ser tocada carinhosamente;
· Seja ousada no "fazer amor", dê liberdade à sua imaginação, sem ferir o cônjuge e transgredir princípios;
· Valorize o perfume, o bom hálito, os cremes, a música romântica, as roupas adequadas para o momento, as frutas...
· Procure evitar pequenas manias. Não sucumba à "lei do capricho", isso pode quebrar o clima romântico;
· De vez em quando, surpreenda seu amado, esperando-o de uma forma que ele seja estimulado sexualmente. Prepare a casa, o jantar, a sobremesa. Coloque uma música romântica, vista-se de forma sedutora, se penteie, calce uma sandália, passe o perfume que ele gosta e leve as crianças para ficar com alguém de sua confiança. Monte o cenário para uma noite inesquecível com o seu marido. Qual é o homem que não se rende diante de uma esposa assim?
Quando os instrumentos estão afinados e os músicos tocam bem, o relacionamento a cada dia vai se tornando mais doce, agradável e prazeroso. Repito, não basta fazer sexo, é bem melhor fazer amor.
 
A diferença entre "fazer sexo" e "fazer amor" está no que significa uma e outra coisa. Fazer amor é se entregar, é desnudar a alma, descobrir-se para o cônjuge, se deixar conhecer e conhecer o outro. A sexóloga Maria Helena Matarazzo diz que quando as pessoas se unem fisicamente sem revelar sua personalidade e sua individualidade, acordam depois do ato e se percebem dois estranhos. Segundo ela, isso acontece porque o amor não é apenas a revelação da nossa parte exterior, mas sim, mais que tudo, é a revelação do nosso mundo interior. "Se não fosse assim, qualquer relacionamento, mesmo o extra ou pré-conjugal, daria certo", finaliza a sexóloga.
O apóstolo Paulo, instruindo os casais da igreja que estava na cidade de Corinto, escreveu sobre o porque marido e mulher devem buscar sempre um ajustamento nessa área:
"... mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido.
O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido.
A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher.
Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes a oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência". (1 Co 7.2-5)
Só os casais que fazem amor sabem que a recompensa é encontrar, no prazer, o prazer que se proporciona ao cônjuge. Isso porque o laço que os une é o prazer.

domingo, 1 de abril de 2012

RELATO DO FILHO DE PAIVA NETO ASSUMIDO GAY

Ex-gerente da LBV conta em livro a perseguição que sofreu ao assumir-se como gay e namorado do filho de Paiva Netto, presidente da entidade
Fundador da Legião da Boa Vontade (LBV), o radialista carioca Alziro Zarur morreu há 21 anos anunciando que o mundo acabaria em 2000. O “homem que fala com Deus”, como era chamado na década de 50, apelou para o discurso apocalíptico ao fundar a seita religiosa que se propagou de norte a sul do país. Ergueu um império sobre os pilares da generosidade: acudiu crianças carentes, amparou idosos, pregou o desapego a bens materiais. Hoje a LBV está entre as seis organizações filantrópicas que mais arrecadam no planeta.
Veio o ano 2000 e o mundo não se desintegrou. A confiança na entidade, porém, está desmoronando. Cerca de 2 milhões de brasileiros repassaram, só no ano passado, R$ 215 milhões aos cofres da LBV, uma dinheirama que, segundo denúncias publicadas pelo jornal O Globo, custeia ambições terrenas dos homens que hoje comandam a máquina da caridade. O alvo das investigações de uma CPI na Câmara dos Deputados tem nome e cargo definido: chama-se José Simões de Paiva Netto e ocupa, desde 1981, a presidência vitalícia da LBV.
Herdeiro de Zarur, Paiva Netto tem mais encrencas pela frente. Dentro de dez dias, Pedro Almeida, um carioca de 30 anos, lançará em São Paulo o livro Desclandestinidade – um homossexual religioso conta sua história. Ele vive há seis anos com o primogênito de Paiva Netto, o artista gráfico Franklin de Paiva, de 34. Os dois se conheceram na entidade. Apaixonaram-se e, quando o caso veio à tona, foram expulsos.
Título
Desclandestinidade – Um Homossexual Religioso Conta Sua História
Autor
Pedro Almeida
Editora
GLS, de São Paulo
Preço e páginas
R$ 20/144
Perseguidos por legionários, dividem um minúsculo apartamento em Lausane, na Zona Norte da capital paulista. Pedro trabalha numa editora, Franklin vende ilustrações. O livro não se restringe ao árduo caminho dos gays que se assumem. Vai mais longe. Revolve as entranhas da LBV. Nesta entrevista a Época, Pedro diz que irá à CPI, se convocado for. Franklin, depois de ter perdido na Justiça o direito de ver o filho de 6 anos, prefere se abster.
Época: Seu livro é o desabafo de um homossexual discriminado ou uma vingança pessoal contra a LBV?
Pedro Almeida: Fui incentivado pela editora a contar minha história e, assim, quem sabe, ajudar pessoas em situação parecida. Desde os 16 anos, amarguei dúvidas sobre minha sexualidade. Saí com garotas, tive duas noivas, mas me sentia atraído por homens. Conheci o Franklin na LBV e minha vida mudou completamente. É o primeiro e único relacionamento homossexual assumido de cada um. Experimentamos durante três longos anos o pavor de ser descobertos. Nosso envolvimento chegou ao conhecimento de Paiva Netto por intermédio de pessoas próximas. Fomos delatados por um irmão e pela ex-mulher de Franklin. Resolvemos encarar o problema. Foi muito difícil revelar nossa situação, mas, de qualquer forma, prefiro passar pela crise a manter uma farsa.
Época: O livro é lançado justamente no momento em que a LBV é alvo de investigação na Justiça e na Câmara. Você planejou isso?
Almeida: Foi pura coincidência. Há um ano o livro consta do catálogo de futuras publicações da Editora GLS. Não é, portanto, um lançamento premeditado.
Época: Você foi, de fato, perseguido na LBV?
Almeida: Mesmo sendo uma das pessoas de confiança de José de Paiva Netto, fui perseguido por ser homossexual. Demitiram-me do cargo de gerente de comunicação por esse motivo. O preconceito na LBV, uma instituição que se diz humanitária e filantrópica, é devastador. Não só com relação aos gays. Não conheço nenhum negro na superintendência. Mulheres, quando eu estava lá, não duravam três meses em funções importantes.
Época: Você tinha consciência dessas discriminações?
Almeida: Eu sabia de homossexuais que foram demitidos sumariamente. Um funcionário gay, por exemplo, chegou a ser transferido de Estado para não ser demitido. Quando entrei com um processo trabalhista contra a LBV, esse mesmo rapaz foi obrigado a assinar uma carta que negava que a empresa discriminasse homossexuais. Era um documento grosseiro, encomendado, em que a palavra “discriminação” aparecia em letras maiúsculas. A testemunha só precisou assinar embaixo.
Franklin de Paiva: Ouvi de um defensor da LBV que a entidade jamais poderia ser preconceituosa porque estaria contrariando o próprio estatuto. Quando vieram à tona as denúncias mais recentes, divulgadas por jornais, eu também me lembrei que acumular patrimônio pessoal é vetado pelo estatuto. Muitos legionários supõem que eu tenha denunciado meu pai. Têm ódio a mim. Mas nem eu mesmo sabia que as denúncias eram tão graves.
Época: Calcula-se que, só em 2000, cerca de R$ 215 milhões, recolhidos entre os doadores, tenham sido desviados pela diretoria da LBV. Você, Franklin, era encarregado do marketing da entidade até 1997. Pedro trabalhava no setor editorial. Como assessores da diretoria, jamais desconfiaram do desvio de verbas?
Paiva: Alguns episódios me intrigavam. Em 1996, um dos diretores ordenou que eu mandasse confeccionar uma quantidade espantosa de cartões de Natal. O estoque, porém, tinha material suficiente para aquele ano; afinal esse tipo de produto não se perde. Perguntei por que encomendar mais, e não obtive resposta. Ser filho do presidente não me ajudou em nada. Ao contrário, ganhava um salário modesto, cerca de R$ 1.000, como um dos sete superintendentes da LBV. Nem sempre era convidado a participar das reuniões em minha área.
Época: Seu pai é acusado de possuir mansões em várias cidades brasileiras. Você não as conhecia?
Paiva: Fui criado entre as casas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Não sabia explicar aquele luxo. Como meu pai era muito religioso e se dedicava em tempo integral à LBV, pensei que fosse normal ele receber um bom salário dos legionários. Acreditava que as pessoas o pagavam para administrar tudo. Depois soube que, pelo estatuto da LBV, presidente não recebe salário.
Época: A afinidade religiosa com a entidade superou as suspeitas?
Almeida: Eu acreditava em minha religião. Paiva Netto foi meu profeta durante muito tempo. Deu-nos uma missão. Isso está bem explicado no livro.
Paiva: Fomos envolvidos por uma crença com apelo espiritualista, que lidava com médiuns e tratava de fenômenos como o da incorporação. Os legionários acreditam que Alziro Zarur teria sido a encarnação de Allan Kardec, o fundador do espiritismo.
Almeida: Como Zarur não deixou herdeiros, Paiva Netto assumiu a condição de continuador de Kardec e se instalou na instituição como presidente vitalício.
Época: Quando a LBV passou a fazer parte de sua vida?
Almeida: Meus pais estão intimamente envolvidos com a instituição há 45 anos, portanto nasci na LBV. Tenho Zarur no nome para homenagear o fundador. Minha família chegou a doar a casa em que morávamos, em Aracaju, e passou a pagar aluguel no Rio de Janeiro. Nossa casa em Sergipe tornou-se um núcleo da LBV. Quando eu era pequeno, fui encarregado de montar para a entidade vasos de plantas cuja venda era revertida em benefício das crianças. Fui trabalhar aos 14 anos na sede do Rio, e saí de lá porque me tacharam de homossexual.
Época: Como é ser filho de um líder religioso de projeção nacional?
Paiva: Nunca fui próximo de meu pai, um homem eternamente ausente de casa. Eu e meus cinco irmãos sempre tivemos uma relação tensa com ele. Quando queria conversar sobre homossexualidade em casa, assunto que me angustiava, eu deparava com um bloqueio tremendo. Como Pedro, também nasci na LBV. Fui criado de maneira a jamais duvidar de meu pai como líder religioso e como administrador competente. Fiquei abalado com as denúncias contra ele.
Almeida: Foi convivendo com a família de Franklin que fiquei sabendo do imenso patrimônio de Paiva Netto. O mais chocante é que o presidente sempre pregou a pobreza. Muita gente abandonou emprego, carreira, para ganhar salários miseráveis na LBV. Há dez anos, Paiva Netto adotou a cantilena de Zarur, ao anunciar o fim do mundo em 2000. Disse que era preciso preparar os caminhos para a volta de Jesus. Dentre os cerca de 500 mil legionários, muitos fizeram voto de pobreza seguindo os preceitos da igreja. Fanáticos, doaram bens e alimentaram a igreja com dízimos. Meus pais fizeram isso.
Época: Quem deverá seguir a obra de Paiva Netto? A LBV sobreviverá aos escândalos?
Paiva: Não acredito que nenhum de meus cinco irmãos continue a missão. Está cada vez mais claro que o padrão de vida dos diretores não condiz com a missão da entidade.
Almeida: A impressão que eu tenho é de que Paiva Netto perdeu o fio da meada. Quando os diretores perceberam que ele estava enriquecendo, procuraram tirar vantagem. Hoje o presidente está cercado de gente que também construiu patrimônio pessoal com o dinheiro da LBV.
Paiva: Os legionários ainda acreditam que o trabalho seja sério. A LBV não pode ser penalizada por essa administração corrupta.
Época: Como está a relação com seu pai? Vocês estão mesmo rompidos?
Paiva: Não tivemos mais contato desde que ele soube que Pedro e eu estávamos juntos. Passei a falar com secretários. Quem me demitiu foi um de seus diretores, que me disse que não era bom para Paiva Netto ter um filho gay. Liguei, mandei fax, não obtive resposta. Estou há quatro anos sem conversar com meu pai.
Época: Pretende depor na CPI?
Paiva: Não posso. Pedro e eu precisamos nos resguardar de ameaças. O carro de Pedro foi sabotado. Um de meus irmãos o agrediu fisicamente. E a Justiça me impede de visitar meu filho. A LBV está pagando um advogado para alimentar a ira de minha ex-mulher. Isso é tudo muito complicado. Existe ex-marido, ex-amigo, ex-patrão. Mas não existe ex-irmão, ex-mãe, ex-pai. Minha relação está danificada. Paiva Netto, no entanto, é e sempre será meu pai.

CASAMENTO GAY É UM CRIME DECLARA TEOLOGO

Em artigo sobre casamento gay, teólogo afirma que considera o homossexualismo um crime
O teólogo norte-americano Vincent Cheung, presidente da Reformation Ministries International (Ministério Reformado Internacional), é autor de dezenas de livros e centenas de palestras sobre teologia, filosofia, apologética e espiritualidade.
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Cheung escreveu um artigo sobre o casamento entre homossexuais no qual fala de sua visão sobre o assunto e declara considerar a homossexualidade como um crime, assim como assassinato ou roubo.Em seu texto, o teólogo afirma que “os cristãos não deveriam discutir tão apressadamente o casamento e a união civil entre homossexuais”. Citando o fato de que no Antigo Testamento o homossexualismo é considerado como “ofensa capital, merecedora de morte” ele afirma querer discutir, “em primeiro lugar, o porquê o homossexualismo não é um crime”.
O texto do teólogo, traduzido pelo site monergismo.com, defende também que, “moralmente falando, a união civil e o casamento não deveriam nem sequer aparecer na lista de opções”. Cheung afirma que “mesmo que a moralidade bíblica não requeresse castigo ou execução para o homossexualismo, certamente nenhum cristão deveria argumentar que os homossexuais têm o direito de ter união civil”.
O teólogo critica a forma com que muitos cristãos tratam o assunto, dizendo que “parece que a maioria dos cristãos não está suficientemente incomodada ou desgostosa com o homossexualismo”.
Leia o artigo na íntegra:
Casamento “gay”, certamente, significa casamento feliz [Nota do tradutor: no inglês, a palavra gay pode significar alegre]. Contudo, o debate que está acontecendo quase debaixo da rua de onde estou digitando esta mensagem, é sobre casamento homossexual. Talvez no futuro eu escreva sobre o homossexualismo com detalhes, seja num livro ou num artigo. Aqui explicarei somente a direção geral do meu pensamento sobre este assunto.
Até mesmo muitos cristãos que são contra o casamento homossexual, são ávidos em insistir que eles não querem discriminar os homossexuais e, portanto, eles não têm problemas com a “união civil”. Mas eu não faço esta concessão tão prontamente.
Sodomia tem sido uma ofensa criminosa em alguns Estados. Alguns de vocês provavelmente ouviram como policiais capturaram dois homens homossexuais no ato de sodomia no Texas, e lhes acusaram de sodomia. Os homens foram absolvidos porque a corte disse que a lei não deveria interferir em atos pessoais e consensuais entre adultos. Eu não estou familiarizado com os detalhes do caso, mas os detalhes não são importantes –– meu ponto é que o homossexualismo é tecnicamente ainda um crime em alguns lugares, e dizer que o homossexualismo deveria ser considerado um crime não seria inteiramente novidade.
O Antigo Testamento considera o homossexualismo não somente como uma ofensa criminosa, mas também como uma ofensa capital, merecedora de morte. Eu concordo com esta categorização e com esta punição, e há pelos menos uns poucos outros teólogos que também concordam com isto. Isto é apenas dizer que estamos de acordo com a Bíblia sobre o assunto. Assim, os cristãos não deveriam discutir tão apressadamente o casamento e a união civil entre homossexuais. O que eu quero discutir com o incrédulo é, em primeiro lugar, o porquê o homossexualismo não é um crime.
É porque ele é um ato ou um relacionamento entre dois adultos em consentimento? Primeiro, o que é um adulto? O Estado define arbitrariamente o adulto, de forma que uma pessoa de 17 anos de idade não conta. Segundo, por que o ato ou o relacionamento é permitido, se for entre adultos em consentimento? Isto é, antes de mais nada, por que a premissa é verdadeira? Terceiro, visto que todos os argumentos devem, no final das contas, escalar ao nível pressuposicional, devo perguntar finalmente se o ato ou relacionamento tem ou não o consentimento de Deus.
É porque o ato ou relacionamento não fere ninguém? Primeiro, qual é a definição de “ferir”? Se eu disser que o homossexualismo me causa nojo e tira o meu apetite, e, assim, que perco uma degustação perfeitamente deliciosa das coxas de galinha que minha esposa preparou para mim, isto não conta? Por que ou por que não? Ele me “fere” num sentido, não fere? Se ele rouba meu apetite, desperdiça o tempo da minha esposa e desaponta as coxas de galinhas que esperaram tanto tempo no forno, e tudo isto não conta como um “ferir”, então, sobre que tipo de ferir vocês estão falando? Eles devem definir e então defender a definição. Segundo, por que o ato ou o relacionamento deveria ser permitido, conquanto que ele não “fira” alguém? O que faz disto o padrão? E, este é o único padrão de moralidade, ou este é o único assunto para se determinar se o homossexualismo é certo ou errado? Por que ou por que não? Nós poderíamos continuar e continuar, mas como em qualquer outro assunto, o incrédulo não pode dar um só passo além do que lhe permitimos, visto que ele não tem justificativa para nenhum dos passos em seu processo de raciocínio.
Novamente, minha posição não é apenas que os homossexuais não devem se casar, mas que o homossexualismo é um crime, assim como o assassinato ou roubo, de forma que mesmo antes de considerar a união civil, devemos considerar o punir ou não aos homossexuais, com as possíveis punições, abrangendo desde a prisão à execução. Moralmente falando, a união civil e o casamento não deveriam nem sequer aparecer na lista de opções. Mesmo que a moralidade bíblica não requerisse castigo ou execução para o homossexualismo, certamente nenhum cristão deveria argumentar que os homossexuais têm o direito de ter união civil. Mas parece que a maioria dos cristãos não está suficientemente incomodada ou desgostosa com o homossexualismo.
Assim, por que o homossexualismo não é um crime? Por quê? Se eu permitir que a Bíblia defina o que é um crime e o que não é um crime, então, como eu posso não definir o homossexualismo como um crime? Mas, uma vez que alguém perguntar o porquê devo me submeter à definição da Bíblia, então, devemos ir além de uma confrontação sobre o homossexualismo somente, e entrar numa confrontação pressuposicional concernente às nossas diferentes cosmovisões. Assim, um debate ainda mais fundamental e produtivo poderá começar, e é um debate que podemos e devemos ganhar sempre.
Assim como em outros assuntos relacionados à apologética, os cristãos tendem a conceder muito terreno antes de traçar a linha delimitatória e permanecer firme. Assim, vigiem a si mesmos quando conversarem com incrédulos. Não conceda terreno nem permita premissas que você não tenha que conceder ou permitir. Embora as leis da nação possam não mudar para refletir o padrão bíblico, quando diz respeito a debates intelectuais sobre o assunto, não precisamos abrir mão de nada.

sábado, 24 de março de 2012

POSAR NA PLAYBOY FOI PLANO DE DEUS DIZ FILHA DE MONIQUE EVANS

Posar na Playboy foi plano de Deus!
Filha da Monique Evans,membra da igreja Bola de Neve, Barbara Evans diz que posar para fotos nua na revista Playboy foi plano de Deus.

2º MANDAMENTO: NÃO TOMAR O SANTO NOME DE DEUS EM VÃO!
Deus é santo, e seu nome também o é, porque o nome representa a pessoa. Assim se explica que, se alguém pronuncia de forma irreverente o nome de uma pessoa querida, sintamos indignação. Essa é a razão pela qual, quando nomeamos a Deus, não pensemos em umas letras que compõem uma palavra, mas no mesmo Deus, Uno e Trino. Por isso, temos de santificar seu nome e pronuncia-lo com grande respeito. Os anjos e os santos no céu louvam continuamente o nome de Deus, proclamando-o três vezes santo.Nós pedimos no Pai Nosso: "Santificado seja o vosso Nome", e temos de nos esforçar para que o nome de Deus seja glorificado na terra.
A filha da apresentadora evangélica Monique Evans, a modelo Bárbara Evans, afirmou durante sua participação no programa “Papo Calcinha” do canal de TV por assinatura “Multishow” que o fato de ter posado nua foi plano de Deus.
A modelo foi capa da revista Playboy em Dezembro, e quando perguntada pela apresentadora do programa, Pietra Príncipe, se isso havia sido plano de Deus, respondeu: “Com certeza. Tudo são os planos de Deus”.
A apresentadora Pietra disfarça um sorriso e comenta: “Ah, então vou ficar pelada também”. Na sequência da entrevista, apresentadora e entrevistada comentam sobre as circunstâncias do ensaio fotográfico para a revista e sobre intimidades.
RELEMBRANDO EM 10/03/2004 Diante de 4.000 fiéis, da igreja Bola de Neve, Monique Evans anuncia fim de programa erótico.
A entrevista foi realizada enquanto ambas procuravam fantasias para o carnaval, e durante a conversa sobre o tema sexo, Bárbara simula o uso de um brinquedo sexual e explica para a apresentadora como usar o aparelho.Diante do Trono...O catarse aconteceu no último domingo, na evangélica Igreja Bola de Neve (isso mesmo) em São Paulo. Durante o culto dessa igreja (cuja linha moderna atrai muitos jovens surfistas), Monique Evans foi chamada pelo pastor ao palco. Ele então anunciou aos fiéis que, naquela noite, todos ouviriam uma maravilhosa boa nova. Houve burburinho...

Diante dos fiéis
O pastor evangélico então anunciou, diante de cerca de 4.000 pessoas, que a fiel Monique Evans tomara uma decisão pessoal e definitiva: "Monique não vai mais fazer programa erótico", disse. Palmas, gritos e vivas prolongadíssimos ecoaram pela igreja. Monique confirmou a decisão.

Olhos marejados
Depois do culto, em meio a alguns fiéis, Monique disse, visivelmente emocionada, que até tentou deixar seu programa na Rede TV "mais leve", mas que não teve sucesso. Disse ainda que já estava cuidando pessoalmente dos novos cenários quando teve a "luz" de parar de falar sobre erotismo. Quase chorando, afirmou que não iria sentir falta do programa, mas apenas dos fãs e das pessoas que a acompanharam desde o princípio...

Segurança
O contrato de Monique com a Rede TV vence no dia 15 de maio próximo. O contrato cita especificamente o programa "Noite Afora". Aparentemente a apresentadora quer continuar na emissora, como apresentadora ou até repórter. Se não der certo, ela disse que vai tirar férias com o maridão, Guga. Dinheiro para as férias não falta. Ela acaba de vender uma enorme casa que tinha no Rio, conhecida como Maison Monique.
2 Timóteo 4 Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.
Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;
E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.

quinta-feira, 22 de março de 2012

IGREJA GAY DO RS SERA INAUGURADA COM ESTYLO BOLA DE NEVE

Cidade de Refúgio será inaugurada às 19h de sábado (24) em Porto Alegre.
Pastor ressalta que a nova igreja receberá todos os públicos.
Pastor Zambom fará o primeiro culto da nova igreja neste sábado (24) (Foto: Mauro Vieira/Agência RBS
A partir das 19h do próximo sábado (24), o Rio Grande do Sul terá a primeira igreja voltada ao público gay. Homossexual assumido, o pastor Anderson Zambom conta os dias para a inauguração da Igreja Cidade de Refúgio de Porto Alegre, vinculada a uma comunidade nacional que tem como objetivo pregar a palavra de Deus sem preconceitos quanto à orientação sexual.
“Haverá cultos de ensino bíblico para mostrar às pessoas que Deus não é aquele monstro que as igrejas pregam”, disse ao G1 o pastor, que atuará junto com a pastora Vanessa Pereira, de 27 anos. “Quem impôs a condição de pecado foi o homem e não Deus, porque em nenhum momento a Bíblia condena o homossexualismo. O que há é algumas traduções errôneas e o entendimento errado e manipulado da Palavra”, acrescentou.
O pastor ressalta que a Cidade de Refúgio não é de uma igreja voltada exclusivamente ao público gay, mas tem o intuito de dar uma oportunidade aos homossexuais evangélicos de exercerem a religião sem serem considerados pecadores. Foi exatamente o que aconteceu com o próprio Zambom, forçado a abandonar o exercício de pastor de uma igreja de Santa Maria, em 2003. “Fui excluído do ministério. Não pude ir para frente no meu trabalho”, lamentou o pastor.
Cristão desde os 10 anos, Anderson, hoje com 26, teve a ideia de voltar aos púlpitos ao perceber o surgimento das chamadas “igrejas inclusivas”. Decidiu fundar a Cidade de Refúgio na capital gaúcha após conversar com a fundadora da comunidade, Lanna Holder. “Havia uma ideia de criação do nosso ministério, porém seria independente. Então, conversando com as pessoas, resolvemos começar esta obra aqui”, declarou.
Novo tempo ainda receberá pintura na fachada (Foto: Anderson Zambom/Arquivo Pessoal)
Os cultos da Cidade de Refúgio terão semelhanças aos da Bola de Neve, igreja evangélica voltada ao público jovem que se notabilizou após a conversão de Rodolfo Abrantes, ex-vocalista do grupo de rock Raimundos. “Serão cultos bem jovens”, diz o pastor.
Fora as celebrações religiosas, uma das primeiras realizações da Cidade de Refúgio será a Balada Gospel, uma festa noturna voltada ao público cristão. O evento ainda não tem data marcada, e deve ocorrer até junho deste ano. O pastor tem outro plano mais ambicioso. “Pretendemos montar uma convenção nacional de igrejas inclusivas”, diz Zambom.
Nos discursos, não serão abordados apenas temas voltados à homossexualidade. “Não é só uma igreja gay e não queremos que se torne isso. É uma igreja para todos, independente da orientação sexual”, ressaltou.
Os cultos na Igreja Cidade de Refúgio de Porto Alegre serão realizados aos sábados, às 19h30, aos domingos, às 18h e às quartas-feiras, às 19h30. A nova igreja fica na Rua Álvaro Vieira Andrade, número 134, no bairro Jardim Ingá, na Zona Norte de Porto Alegre. E POR SE MULTIPLICAR A INIQUIDADE O AMOR DE MUITOS ESFRIARÁ.

domingo, 18 de março de 2012

CIDADE VAI MULTAR QUEM INDUZIR CRIANÇAS AO HOMOSEXUALISMO

Cidade pune quem induzir crianças ao homossexualism
Os vereadores de São José dos Campos, cidade localizada no interior do estado de São Paulo, aprovou uma lei municipal que impõe uma multa de mil reais a qualquer pessoa que distribua qualquer tipo de material que possa induzir crianças a se tornarem homossexuais.
O objetivo da lei é impedir o governo federal de reintroduzir um polêmico programa “anti-homofobia” do qual o governo de Dilma Rousseff havia recuado em maio, depois de protestos contra seu conteúdo sexualmente explícito por parte de evangélicos e católicos no Congresso Nacional.
O programa, chamado “Escola Sem Homofobia”, está no momento sob revisão e expectação de ser reintroduzido logo. Embora a presidenta Dilma tivesse expressado sua intenção de remover os vídeos censuráveis que buscavam justificar o estilo de vida homossexual de um modo explícito, os oponentes do programa permanecem em atitude de dúvida.
José Luis Nunes, coordenador regional da Campanha Nacional da Fraternidade da Igreja Católica, expressou seu apoio à lei, dizendo ao site noticioso UOL que “O MEC não deve impor esse tipo de situação às pessoas”.
“O assunto não foi resolvido nem internamente no MEC. Esse material, pela minha avaliação, é totalmente prejudicial e inoportuno para a sociedade”, acrescentou ele.
Os defensores da educação sexual gayzista afirmaram que o projeto de lei, que agora passa para o prefeito da cidade para sua aprovação, é “homofóbico” e “inconstitucional”.
Fonte: Julio Severo

CAPELANIAS EVANGÉLICAS SOFRE ATAQUES DO LGBT

Ministério da capelanias sofre acusações de movimento gay
As Capelanias Evangélicas, que atuam no Centro de Referência CRT-Aids, alegam que têm sofrido acusações difamatórias por militantes do grupo LGBT (Lésbias, Gays, Bissexuais e Travestis).
A capelã-missionária da Igreja Presbiteriana do Brasil, Eleny Vassao (foto), publicou no site da Associação que os ataques teriam sido feitos através de artigos e comentários publicados na internet, incluindo “A Homofobia (Institucional) Nossa de Cada Dia”, de autoria de CláudioCelso MonteiroJr. e “Fundamento Religioso Invade Hospitais Brasileiros de autoria de Ricardo Aguieiras.
Nos textos, os grupos evangélicos são acusados de “homofobia”, “atendimento espiritual de maneira invasiva” e até de “sérias falhas em questões de biossegurança”.
Diretorias de hospitais que recebem assistência das capelanias evangélicas também teriam sido verbalmente atacadas pelo grupo LGBT segundo, Eleny.
“Cabe à Igreja Evangélica e à Sociedade Brasileira se manifestar, tanto em defesa deste ministério nos hospitais, com mais 30 anos de história, como também em defesa da liberdade de pensamento e expressão, da verdade e da apresentação do Evangelho em nosso país”, manifestou a capelã.
Eleny diz também que se a igreja se não reagir com agilidade e firmeza à agressão e ousadia destes grupos, toda a Igreja brasileira experimentará esta perseguição e violação aos direitos de liberdade de pensamento, crença e expressão.
Ela acredita que os ataques se originaram de um trecho de seu livro “A Missão da Igreja Frente a AIDS”, publicado há quase 20 anos pela Editora Cultura Cristã.
No site da Associação da Capelania Evangélica Hospitar, são citados dois artigos que defendem os direitos do cidadão.
Um deles é o Artigo 5º constituição brasileira que defende os direitos ao cidadão e a estrangeiros residentes no país a vida, liberdade, igualdade, segurança e propriedade.
O outro é a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, que expressa em seu Artigo 18 que todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião.
O website da www.capelanía.com esta fazendo um abaixo assinado para protestar contra estas denúncias. Ainda não foi divulgado se o fato terá consequências judiciais.
Fonte: Christian Post

SEXO A LUZ DA BÍBLIA

Sexo não é pecado se praticado a luz da Bíblia
O que é pecado ou não em uma relação sexual. Foi pensando nisso e na dificuldade em se falar sobre sexo que o Apóstolo Antônio Lisboa, líder do Ministério Apostólico Nova Aliança, penso ao escrever o livro “Tudo sobre sexo para casais cristãos” no qual ele reafirma que sexo é um presente de Deus, mas no entanto é difícil conciliar sexo e religião.
Na obra ele deixa bem claro que criou o livro para atender a vocação ministerial e sanar as dúvidas dos casais que ficam questionando o que podem fazer entre quatro paredes. “É fruto da minha vivência, tenho construído um lar saudável e uma família bem estruturada, pois ensinamos o que vivemos”, frisa.
Como relata o pastor, em 60% dos casos que acompanhou existe uma insatisfação com o parceiro na área do sexo, principalmente por parte das mulheres. “Os homens pensam erroneamente que as suas esposas gostam de sexo violento, bizarro e artificial, com isso o resultado é cada vez mais as mulheres detestando o ato”, explica o escritor e reforça com a ideia de que as mulheres precisam de carinho, afeto, cortesias oferecidas através do amor e muito tato, carícias na hora da intimidade.
Antônio Lisboa analisa a evolução do comportamento humano da sociedade. Enquanto no passado havia uma repressão hoje há uma liberalidade considerada perigosa. “O padrão de Deus é: desfrutem à vontade do sexo, mas somente no âmbito do matrimônio. Evitem todo e qualquer tipo de atividade sexual ‘pré’ ou ‘extra’ conjugal. O que o mundo fala e pratica é a contracultura da vida cristã, portanto, não serve de base pra nós”, aconselha.
Para o autor o homem depende somente da nudez para uma combustão sexual, já a mulher é preciso que o marido seja bastante tátil e paciente nas preliminares do jogo erótico. “O homem é um fogão a gás que pega fogo rapidamente, já a mulher é um fogão a lenha, demora para aquecer, mas quando pega demora esfriar”.
Dicas
Veja algumas dicas de como melhorar seu relacionamento sexual:
1. O ato de privar-se de ter relações sexuais é só em períodos de menstruação ou em ocasiões de absoluta falta de condições adequadas para a prática.
2. Abíblia alerta que a incontinência pode fragilizar o parceiro conjugal em sua luta contra o adultério
3. Procure um pastor para retratar-se e quebra de toda legalidade obtida pelos pecados em seu passado, pois isso evitará conflitos que podem levar a relação à ruína e até mesmo a separação
4. O jovem cristão precisa entender que a Palavra é o seu tônico fortificante para vencer qualquer situação. Enquanto ele se enche da Palavra e do Espírito Santo ele se capacita e se qualifica para estar entre os vencedores de sua geração. Sem essa disciplina, que deve ser exercitada diariamente pela leitura da Bíblia, pela oração e adoração ao Senhor, ele não tem a garantia da vitória. Por outro lado, caso descuidou-se, fraquejou e caiu em tentação, não deve se afastar da igreja, mas sim se lavar no sangue de Jesus com arrependimento sincero.
Fonte: Creio

A IGREJA AINDA TEM MUITO A ENSINAR SOBRE SEXO

Pastor afirma que igreja tem ainda muito a ensinar sobre sexo
O Pastor Perry Noble da Igreja NewSpring, localizada na Carolinado Sul,nos Estados Unidos, deixou claro para sua congregação que quando se trata de sexo, a igreja tem muito a aprender. “Vamos ser honestos. A Imoralidade sexual está aqui em casa”, ele disse à sua congregação, acrescentando que ele viu a imoralidade sexual em cada uma das três igrejas que ele tem servido.
“Não podemos ficar bravos com as pessoas que não são cristãs, porque elas agem conforme elas não são cristãos. Mas o que podemos fazer é falar sobre a bagunça que temos em nossa própria casa e tentar limpá-la. ”
Ainda que seja um assunto desconfortável, ele deixou claro que a igreja não deve se calar sobre o sexo especialmente considerando que a Bíblia “fala muito sobre o assunto do sexo”.
“O mundo não está em silêncio sobre o assunto do sexo. Eles estão falando sobre isso”. Começando com os homens, Perry pediu aqueles que têm uma lista de músicas que degradam as mulheres para excluí-las imediatamente.
“Se temos uma canção em nossa lista do IPod que se refere a uma mulher como uma vadia ou uma prostituta, não a ouça. Na verdade, excluí-as hoje, porque um homem de Deus nunca se refere a uma mulher como uma vadia ou uma prostituta “, o pastor disse sem hesitar.
“Eu sei o que eu disse, não me mande um e-mail,” Noble acrescentou.
“Se vamos estimar as mulheres, não podemos ouvir ou ver coisas em uma base consistente que constantemente as entristecem”.
Abordando especificamente o sexo, Noble leu várias passagens de Cantares de Salomão do Antigo Testamento da Bíblia, onde um marido e mulher detalham como estão desfrutando do sexo.
“Deus”, disse ele, “quer que cada um de nós tenha uma vida sexual inacreditável e sem culpa. Mas a satisfação sexual só virá a nós à medida que procuramos a direção de Deus”.
Reconhecendo que os homossexuais freqüentam a NewSpring, Noble disse que eles são bem-vindos lá e ninguém está mais animado com a sua presença do que ele. Ele ainda pediu desculpas a eles pela “forma como a igreja tem tratado você.”
“Somente na cultura da igreja, especialmente no Sul, um homem viciado em pornografia pode com superioridade para alguém que tem problemas com a homossexualidade “, lamentou. “Isto acabou nesta igreja. Acabou. Eu simplesmente não vou endossar isto”.
Mas ele também enfatizou, “Eu te amo o suficiente para dizer a verdade. O que você está fazendo agora não é o melhor de Deus para sua vida. … Nas Escrituras, é chamado de pecado. “Jesus Cristo é poderoso o suficiente para retirá-lo de que o pecado e o que eu estou articulando agora não é discurso de ódio, porque eu diria ao adúltero e ao pornográfico a mesma coisa que eu diria a você. Este é um pecado sexual que precisa se arrepender”.
A igreja Newspring tem atualmente cinco campi e também difunde seus cultos ao vivo na Internet.
Fonte: Christian Post

SEXO ANTES DO CASAMENTO É PECADO DE FORNICAÇÃO

Por que sexo antes do casamento é pecado?
A resposta simples é: porque a Bíblia diz. No entanto, diferentemente de outros mandamentos, a proibição de fornicação (sexo antes do casamento) é difícil de ser simplesmente aceita . Não ouvimos por aí ninguém questionando porque devemos devemos não matar, roubar, ou mesmo amara ao próximo como a si mesmo. Quando se fala em se manter virgem até o casamento, até mesmo cristãos de verdade (muitos só se dizem cristãos) têm seus questionamentos. Não que alguém duvide que seja errado, só não se sabe bem porquê. De fato, como obedecer algo que não entendemos é muito mais difícil, muitos caem em tentação pela ignorância de não compreenderam a maravilhosa vontade de Deus.
Há algum tempo atrás, quando sua avó se casou, por exemplo, essa dúvida nem seria trazida à baila. Tão claro como hoje as pessoas sabem que não deve se matar ou roubar, se sabia que o sexo era para depois do casamento (ao menos para as mulheres). Hoje em dia, fazer sexo fora do casamento é “normal” e ter uma vida sexual ativa é aclamado como sendo necessário para que a pessoa seja saudável e “de bem com a vida”. No entanto, esse mandamento veio diretamente de Deus e, ainda que o mundo cada vez mais tente levar-nos a crer que guardar-se para o casamento é sem sentido e ultrapassado, tem em si a perfeição que tudo que vem de Deus possui.
Muitas pessoas não sabem nem ao menos onde se encontra na Bíblia esse mandamento. Então vamos começar por aí. Dependendo da tradução as palavras mudam, mas você pode encontrar esse mandamento em Atos 15:20, 15:29, 21:25.
“mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, das relações sexuais ilícitas, do que é sufocado e do sangue. At. 15:20
“Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e das relações sexuais ilícitas; e destas coisas fareis bem de vos guardar. Bem vos vá.At. 15:29
“Quanto aos gentios que creram, já lhe transmitimos decisões para que se abstenham das cousas sacrificadas a ídolos, do sangue, da carne de animais sufocados e das relações sexuais ilícitas.” At.21:25
Mas o que a Bíblia diz sobre o sexo:
1. Deus é a favor do sexo. Ele o criou puro, limpo, bonito e deseja que suas criaturas o desfrutem plenamente no casamento.
2. O propósito do sexo é:
A. Procriação – a extensão do amor dos pais na concepção dos filhos.
B. Comunicação – unidade conjugal.
C. Recreação – o prazer conjugal.
3. Deus planejou o sexo para o casamento.
Confira em Gen.1:28 Hebreus 13.4 ; 1 Tessalonicenses 4. 3-8 ; 1 Coríntios 6. 12-20.
“Então Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.” Gn. 1:28
“Honrado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; pois aos devassos e adúlteros, Deus os julgará.” Hb. 13:4
“Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição, que cada um de vós saiba possuir o seu próprio corpo em santidade e honra, não com desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus; e que, nesta matéria, ninguém iluda ou defraude nisso a seu irmão, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos. Porque Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santificação. Portanto, quem rejeita isso não rejeita ao homem, mas sim a Deus, que vos dá o seu Espírito Santo. ” I Tessalonicenses 4. 3 ao 8.
Diante da avalanche devastadora que atualmente tenta transformar o sexo antes do casamento em um fato normal e totalmente aceitável; devido a força implacável que a pressão dos amigos e da mídia exerce; pela assustadora proliferação do sexo precoce, é evidente a necessidade de um estudo claro, amplo, franco, aberto sobre estas questões tão polêmicas, e que são tão reais à sua problemática de vida.
Então você já sabe que é errado, mas por que é errado?
Como qualquer outro pecado, sexo antes do casamento, tem suas conseqüências…
1. Efeitos Físicos
- Perda da virgindade;
- Gestação inesperada;
- Filho ilegítimo;
- Aborto;
- Casamento forçado;
- Doenças venéreas.
2. Relacionamentos Desfeitos
Muitos namoros e noivados terminam justamente devido ao envolvimento sexual. O sexo, que foi idealizado por Deus para ser uma bênção quando praticado sob Seus princípios, torna-se uma catástrofe.
Para os dois jovens envolvidos é muito complicado desfazer o relacionamento, livrar-se dos elos que os encurralou, equacionar as dificuldades mútuas e as brigas constantes que surgem em decorrência. Há também a chance concreta de um dos dois sentir-se usado pelo outro e, quando a relação termina, esse é um fator que machuca demais.
3. Culpa
Assim como muitas formas de imoralidade e desobediência dos padrões divinos, o sexo antes do casamento também produz culpa.
4. Abalo emocional
O preço emocional para uma imoralidade sexual é imensurável. Suspeita, desapontamento, tristeza, stress, sentimento de vazio são algumas emoções destrutivas que a sucedem.
Uma garota afirmou:
- Depois da experiência você fica mais dependente do que nunca do rapaz. Ele é a sua vida e você se sente inteiramente vulnerável. Quando meu namorado terminou comigo senti-me péssima, horrível. Ao saber que após uma semana ele já tinha outra, fui invadida por um sentimento de rejeição desesperador.
Eis o depoimento de outra moça:
- Pensei que a relação sexual seria mais satisfatória, mas me enganei. Confessei a Deus o que fiz. Sei que Ele me perdoou. No entanto, o que me entristece, é que nunca mais receberei minha virgindade de volta. Temo pelo dia em que terei que contar ao homem que o Senhor tiver escolhido e separado para mim, que ele não será o primeiro.
5. Ataques Contra a Auto-Estima
A causa para um envolvimento sexual antes do casamento, também pode vir a ser uma de suas conseqüências. Envolvimento sexual fora do casamento acentua os sentimentos de insegurança, humilhação e as dúvidas pessoais.
6. Escravidão Espiritual
A Palavra de Deus declara em 1 Pedro 2.11: “As paixões carnais fazem guerra contra a alma.” e em 1 Pedro 5.8, o apóstolo menciona o diabo como nosso adversário, que anda ao nosso redor como leão que ruge à procura de alguém para devorar. O sexo é o meio pelo qual Satanás escraviza os seres humanos física, emocional e espiritualmente – ao mesmo tempo – em diversas oportunidades.
O pecado sexual prejudica o relacionamento e o caminhar do adolescente com Deus. Já observei que jovens mergulhados em uma relação ilícita são mais vulneráveis a outras tentações.
Acima de todas essas razões, fazer sexo fora do casamento implica em desobedecer uma determinação de Deus. Quando pecamos contra Deus pagamos o preço. O Espírito Santo se entristece e se afasta, decepcionamos a nosso Senhor e Salvador – que nos garantiu que nunca sofreríamos tentação que não pudéssemos resistir e atendemos a concupiscência da carne, voltamos a agir como a velha criatura, voltamos ao jugo de Satanás.
Cabe a cada um de nós resolver o que fazer… Lembre-se “Tudo posso naquele que me fortalece.” Inclusive esperar..

SER CONTRA CASAMENTO GAY AGORA É CRIME NO EUA

Grupo gospel pode ser processado por criticar casamento gay
O grupo americano gospel Junkyard Prophet poderá ser processado por ter opinado contra o casamento gay. Contratados pela escola de ensino médio em Dunkerton, no Estado de Iowa, o grupo gospel deveria dar aos alunos uma breve palestra sobre bullying e a necessidade de os estudantes fazerem as escolhas certas na vida.
Porém, o líder da banda, Bradlee Dean, decidiu fazer uma longa explanação sobre casamento gay, aborto e a necessidade dos jovens casarem virgens.
O diretor da escola, Jim Stanton, disse que o grupo fez um ótimo show, com uma mensagem “muito forte antiviolência, antidrogas e antiálcool”, mas depois acabou indo “longe demais”.
O baterista Bradlee Dean, que também é pastor, começou dizendo que as meninas deveriam ser submissas aos seus maridos e precisavam casar virgens, caso contrário seus vestidos de noiva estariam enlameados.
Também falou com os meninos presentes sobre a homossexualidade. A banda disse aos alunos que os homens gays morrem, em média, aos 42 anos de idade, por terem “um estilo de vida destrutivo” que “literalmente os mata”. Também criticou artistas como Elton John e Lady Gaga, dizendo que eles promovem “valores corrompidos”.
O grupo exibiu ainda um vídeo contra o aborto e mostrou imagens de fetos abortados. “Você sabia que, até 1973, qualquer pessoa que assassinasse uma criança no ventre poderia ser processada criminalmente?… Aqui está outro exemplo de infanticídio. Este é o resultado de alguém que matou seu bebê fazendo um aborto”, disse Dean, apontando para as imagens projetadas no telão
Alguns dos alunos presentes alegam terem se sentido ofendidos durante a apresentação e muitos não concordaram com a mensagem. Muitos pais estão pressionando o diretor para que processe o grupo por conta de suas declarações “homofóbicas” e “preconceituosas”.
O diretor afirmou em nota que “(Junkyard Prophet) demonstrou uma intolerância que não está de acordo com as crenças da Escola Dunkerton… Nós vamos promover a tolerância mútua. Vamos continuar celebrando a diversidade em nosso corpo discente”.
O Junkyard Prophet disse que apenas levou sua mensagem e que já alcançaram mais de 500 mil jovens americanos com seu ministério, visitaram mais de 300 escolas em 22 estados americanos e venderam mais de 40 mil discos ao longo de sua carreira.
A controvérsia em Iowa rendeu ao grupo um convite para voltar a cidade de Dunkerton e se apresentar em uma igreja evangélica da cidade, onde poderiam falar abertamente para os jovens.

terça-feira, 13 de março de 2012

PASTOR REVELA QUE MANTINHA RELAÇÕES SEXUAIS ANTES DO CASAMENTO MAS SE ARRREPENDE

Polêmico pastor Mark Driscoll revela que mantinha relações sexuais antes do casamento, mas se arrependePolêmico pastor Mark Driscoll revela que mantinha relações sexuais antes do casamento, mas se arrepende
Mark Driscoll, pastor e fundador da igreja Mars Hill em Seattle, cedeu entrevista à CNN, na última sexta-feira, para discutir sobre seu mais recente livro sobre o casamento, mas a conversa foi esmagadoramente voltada especificamente ao sexo.
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“Há um monte de sexo neste livro,” disse o entrevistador. Driscoll reconheceu que cerca de metade do livro “Casamento Real: A Verdade Sobre o Sexo, Amizade e a Vida em Conjunto”, que ele escreveu com sua esposa, Grace, centra-se no sexo, mas disse que a outra metade incide sobre o casamento como uma amizade.
“Eu acho que se você é casado, você deve desfrutar um do outro, e que isso ajuda a proteger o casamento de todos os tipos de problemas”, disse o pastor. Ele afirma também que mantinha relações sexuais antes do casamento:
“Eu fiz e estava errado”, disse ele. ”Eu tive relações sexuais até me tornar um cristão. Eu me tornei um cristão aos 19 anos. E eu seria o primeiro a dizer que não estou tentando atirar pedras nas pessoas ou fingir que fiz tudo certo. Eu era sexualmente ativo, e então me tornei cristão e enquanto eu lia a Bíblia, percebi que não deveria ser sexualmente ativo, por isso parei”.
O pastor também acredita que nossa cultura tem dado as respostas erradas sobre o sexo e de formas fáceis de encontrar do que a igreja tem dado as respostas certas. Ele acrescentou que “se os líderes do ministério não abordarem estas questões de alguma forma, nós seremos covardes religiosos que fazem um desserviço à nossa igreja”.
O livro sobre casamento do polêmico pastor foi lançado em 03 de janeiro, e quase imediatamente, recebeu uma onda de críticas por parte de cristãos e não-cristãos.

INQUISIÇÃO EVANGÉLICA NO BRASIL SERÁ IMPLANTADA PELO MOVIMENTO GLS,LGBT

Movimento gay lança manifesto contra a “homofobia evangélica” e acusa: “Querem implantar Inquisição Evangélica no Brasil”Deputado Jean Wyllys parabeniza Liga Lésbica por ter conseguido na justiça a proibição de símbolos religiosos em prédios públicos
Um manifesto divulgado no blog “Missão Pró-LGBT” mostra a articulação que entidades ligadas ao ativismo homossexual estão organizando para aumentar os protestos contra os evangélicos no país.
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No texto publicado a organização afirma que “o principal objetivo desse manifesto é se focalizar na homofobia dentro do contexto evangélico brasileiro dos últimos anos”. As críticas aos evangélicos se estendem ao que o texto define como “interpretações literais da Bíblia por grupos fundamentalistas evangélicos para impor o seu estilo de vida religioso à toda sociedade civil brasileira”.
O manifesto foi escrito por um ativista homossexual que embora não se identifique, apresenta-se como cristão evangélico com “formação teológica em um seminário batista”, e que afirma que a constatação de que o “Brasil é o país que mais mata gays no mundo” foi a motivação para a iniciativa de organizar a “Missão Pró-LGBT”.
As criticas mencionam o pastor Silas Malafaia, por sua postura polêmica na crítica aos ativistas homossexuais: “Enquanto afirmam: “amamos os gays”, pastores midiáticos famosos conclamam multidões para “baixar o porrete em cima dos gays, para esses caras aprender” (Sr Silas Maldafala) -sic- em plena rede de TV nacional. Enquanto dizem: “amamos os gays, dizem que tem o direito de xingá-los de bichas, veados, imorais, promíscuos, pedófilos, aliciadores de menores, traficantes e de bater nos gays ou até matar sem receber pena aumentada por discriminação”.
O texto não se restringe a criticar os princípios cristãos contrários à homossexualidade, mas também aponta a teologia da prosperidade como uma das características hostis da igreja evangélica no Brasil: “Em seus cultos, o principal a ser anunciado não são os valores. O que mais é destacado são as “conquistas”, os “milagres”, as “bênçãos”, os carros e casas novos, as “curas”, e na grande maioria das vezes não se vêem ser pregados valores como amor, bondade, tolerância, misericórdia, altruísmo, justiça”.
No âmbito político, a atuação dos parlamentares da bancada evangélica é criticada severamente pelo manifesto, que acusa deputados e senadores cristãos de quererem implantar a “Inquisição Evangélica”. Segundo o texto, a suposta inquisição estaria sendo “implantada não por papas medievais, mas pela ‘moderna’ ‘bancada evangélica’, que querem se utilizar dos recursos do Estado para fazer sua evangelização e transformar o Estado num Instrumento de Salvação Compulsória, garantindo assim que todos os brasileiros tenham a ‘salvação’ da alma ‘melhor assegurada’ – longe dos gays”.
Confira abaixo a íntegra do “Manifesto contra a homofobia evangélica”:
MANIFESTO CONTRA A HOMOFOBIA EVANGÉLICA
Porque tanta homofobia no contexto evangélico brasileiro?
O principal objetivo desse manifesto é se focalizar na homofobia dentro do contexto evangélico brasileiro dos últimos anos. Apesar de reconhecer a importância de se falar também na homofobia dentro do contexto da Igreja Católica. Mas os principais motivos para não entrar nesse assunto agora é que a própria essência da teologia católica a respeito da sexualidade está estagnada no tempo a “mil anos”! Então, como iniciar um diálogo sensato sobre a homossexualidade com uma teologia que considera o sexo exclusivamente para a reprodução, proíbe a utilização de camisinha aos seus fiéis, não aceita o divórcio e exalta o celibato como ápice da piedade e santidade?
Por outro lado, a teologia protestante ou evangélica, apresenta-se “um pouco” mais aberta à discussão. Nela há possibilidade de questionamento, apesar de pouca. Esse é um dos motivos pelo qual restringi a falar especificamente da teologia e igreja evangélica. Não só por isso, mas principalmente porque me sinto mais a vontade, sendo cristão evangélico, estudioso da Palavra e ter minha formação em teologia em um seminário batista; O tema da homofobia me convocou especialmente por ser gay e conviver com bullying’s e violências homofóbicas diariamente há anos. Além disso, a pesquisa feita na USP, pela Fundação Perseu Abramo e coordenada pelo professor Gustavo Venturi em 2009, mostra que os evangélicos são os religiosos mais homofóbicos no Brasil. Entre os religiosos que têm tendência a comportamentos homofóbicos, os evangélicos lideram o ranking com 31%, contra 24% dos católicos, 15% dos praticantes do candomblé e 10% dos kardecistas.
Diante de tal violência em nome de Deus, resolvi abordar os dois temas ao mesmo tempo: homofobia e a igreja evangélica, ou como prefiro chamar: “homofobia cristã evangélica”, que atinge não só os gays cristãos, mas à sociedade em geral.
Resolvi utilizar esse termo especificamente, porque acho mais apropriado, uma vez que se verifica entre os religiosos, uma particularidade na homofobia. Poderia se dizer que homofobia cristã evangélica nada mais é que a utilização de interpretações literais da Bíblia por grupos fundamentalistas evangélicos para impor o seu estilo de vida religioso à toda sociedade civil brasileira. Ou seja, alguns líderes oportunistas querem impor à sociedade um jugo que nem os próprios cristãos conseguem carregar, como os próprios fariseus e religiosos faziam nos tempos de Jesus, e que Jesus combatia veemente.
Me espanto sempre com a homofobia no Brasil a cada vez que vejo e revejo reportagens e noticias sobre violências contra homossexuais na mídia, quando ouço muito mais fatos através de amigos, quando fico sabendo que o Brasil é o país que mais mata gays no mundo e principalmente quando eu mesmo sofro “na pele” com o preconceito. Preconceito que nos atos mais sutis de sua manifestação, são por vezes os mais dolorosos: são aqueles que quando pessoas especiais de repente mudam completamente sua relação com você pelo simples fato de tomar conhecimento de sua orientação sexual, o que ocorre principalmente entre os “irmãos” evangélicos.
Como ultimamente tem crescido o avanço do ódio e a luta contra os direitos das pessoas lgbtts, tendo como carro chefe a bancada de religiosos na política e pastores midiáticos vendedores de bugigangas milagrosas, decidi escrever esse artigo, até mesmo como estratégia de desabafo, o que na psicanálise poderia ser chamado de sublimação.
Não são raras as vezes que me deparo meditando e buscando entender: Porque tanta homofobia no meio evangélico? Eu realmente questiono isso porque quando eu leio os evangelhos, os ensinamento de Cristo e vejo seu exemplo, me esforço para ser um discípulo Seu. E como um discípulo dele, eu procuro sempre me olhar com atenção para os excluídos e com os que sofrem, assim como aprendi com o Mestre através das Escrituras e do meu relacionamento pessoal com ele. A parábola do Bom Samaritano apresentada por Jesus, é a que mais descortina a situação de desamor que vivemos hoje com a Igreja de Cristo em relação aos gays no Brasil. Como na parábola, os sacerdotes e levitas passam de largo ao ouvir os gritos dos gays quando precisam, e mais do que isso, os acarretam com mais sofrimentos. Então aparece outro em cena, o Bom Samaritano, alguém que não era considerado pelos religiosos como um bom religioso, e ele ajuda o ferido, necessitado e injustiçado, sendo este Samaritano, figura de alguém que ama o seu próximo, ao contrário dos sacerdotes e levita ocupados com suas próprias mesquinharias.
O discurso evangélico sobre os gays não muda, é sempre a mesma hipocrisia velada: Amamos os gays, MAS não aceitamos a prática do homossexualismo – termo médico referente à doença já abolido pela medicina e usado ainda pelos “fariseus”. Continuam dizendo: “Amamos os gays, assim como também amamos os assassinos, os ladrões, os estupradores, os pedófilos, etc. Desculpe, o dito amor está muito distante de ser verdadeiro, ao comparar com criminosos: é como se fosse um amor de segunda classe: “com um amor amo minha mãe, família, igreja e amigos, com outro amo os assassinos, ladrões, pedófilos e gays”. Enquanto afirmam: “amamos os gays”, pastores midiáticos famosos conclamam multidões para “baixar o porrete em cima dos gays, para esses caras aprender” (Sr Silas Maldafala) em plena rede de TV nacional. Enquanto dizem: “amamos os gays, dizem que tem o direito de xingá-los de bichas, veados, imorais, promíscuos, pedófilos, aliciadores de menores, traficantes e de bater nos gays ou até matar sem receber pena aumentada por discriminação. Tais “evangélicos” dizem que amam, mas usam o ódio contra os homossexuais como pretexto (evangélico vota em evangélico) para eleger candidatos a fim de evitar que um grupo tenha direito de ter seus direitos de cidadão assegurados no seu país.
Diante de tantos motivos para indignar qualquer “pessoa de bem” desse país contra essa “igreja” “amorosa”, tentei elencar alguns fatores sociais que talvez pudessem explicar porque o Brasil, mesmo sendo considerado o país mais cristão do mundo, o país é campeão em matar gays e lgbtt no mundo; à frente inclusive dos países muçulmanos que tem leis para matar gays e mulheres em praça publica. Não só isso, mas por que o ódio e a violência na população brasileira contra os gays e lgbtts, não tem diminuído, mesmo com a ascensão econômica dos últimos anos, a qual colocou o Brasil em 6° lugar no ranking dos países mais ricos do mundo?
Primeiro faz-se necessário lembrar que historicamente o Brasil é um país de tradição católica, desde a sua colonização. Fato que poderia nos indicar uma forte tendência moral e ética religiosa no povo, mas sabemos que não é assim. Pois por mais que o Brasil seja o maior país católico do mundo, a corrupção, a prostituição, a pobreza e outras mazelas sociais ainda estão presentes no país.
Dentro desse contexto, nasce outro fenômeno religioso no país: o surgimento do movimento protestante. Que poderia se dividir em três grupos, em três tempos distintos. Inicialmente vê-se o protestantismo das igrejas históricas com presença maciça de missionários vindos do exterior. Depois o crescimento espantoso dos pentecostais, principalmente nas classes mais baixas, e por último, o surgimento dos neopentecostais nos últimos 30 anos, com as mega-churchs que arrastam as massas através da mídia.
Segundo estimativas do IBGE com a Fundação Getulio Vargas, até 2009 a população evangélica no Brasil era de 20,2 %. Estimativas da SEPAL (Superintendência de Evangelização para a America Latina) afirma um numero maior: um pouco mais de 30%. A estimativa de crescimento da fé evangélica é de 50% para a próxima década. A maioria dessa população são novos membros advindos do catolicismo, que aderem à nova religião por promessas melhores que as da religião anterior: ao invés de vida humilde na terra e um gozo na eternidade pregado pelos católicos em suas missas de tom fúnebre, os evangélicos, em seus “shows de fé” inundados pela teologia da prosperidade, pregam a sedutora teologia da prosperidade, com promessas de uma vida de gozo, dinheiro e felicidade na terra, onde a eternidade encontra pouco espaço ou nenhum para ser pregado.
Tendo em vista o crescimento dos evangélicos e ao mesmo tempo do retrocesso nas conquistas para garantia de direitos aos homossexuais, encontro alguns fatores pelo qual considero que favorece a homofobia cristã evangélica de crescer:
O primeiro fator que favorece a homofobia cristã evangélica é que em seus cultos, o principal a ser anunciado não são os valores. O que mais é destacado são as “conquistas”, os “milagres”, as “bênçãos”, os carros e casas novos, as “curas”, e na grande maioria das vezes não se vêem ser pregados valores como amor, bondade, tolerância, misericórdia, altruísmo, justiça. Um dos motivos para isso é que para receber as “bênçãos” de Deus, o fiel não precisa atentar para seu comportamento ético, precisa apenas dar seu dízimo sagrado, entregar ofertas com altos financeiros, como por exemplo, o valor do aluguel de sua casa, e comprar livros e CDs de pastores “ungidos” que passam em qualquer operadora de cartão de crédito, inclusive os cartões gospel’s e das “igrejas” com selo Visa e Mastercad.
Além de não se pregar ensinos que valorizam o ser humano, um segundo fator constatado por pesquisas, que poderia explicar a intolerância e violência por parte de evangélicos contra os gays é que os evangélicos fazem parte em sua maioria de outro grupo onde ocorre maior numero de atitudes preconceituosas contra lgbtts: o grupo que apresenta menor índice de escolaridade. Esses foram os resultados encontrados na pesquisa realidade pela Fundação Perseu Abramo, coordenada pelo professor da Universidade de São Paulo (USP) Gustavo Venturi, que intrevistou 2000 pessoas em todo Brasil em mais de 150 cidades. A pesquisa mostrou que quanto mais anos de estudo, menos homofobia, ou seja, enquanto entre os que nunca frequentaram a escola o índice de homofóbicos é 52%, no nível superior é apenas 10%.
É triste constatar que a união de religiões fundamentalistas que interpretam livros sagrados de maneira literal (“ao pé da letra”) junto com uma população com poucos recursos educacionais forma a simbiose perfeita para a proliferação da homofobia e de atrocidades feitas em nome de Deus. É muito comum você entrar em uma igreja evangélica e ouvir um sermão com interpretações distorcidas, baseadas em textos isolados, sem contextualização do texto lido e bom uso da teologia e hermenêutica – ciência de interpretação bíblica – além de uso de traduções errôneas de palavras bíblicas dos originais como a NVI e Bíblia na Linguagem de Hoje.
Essa constatação poderia levarmos nos levar à hipótese de que os evangélicos estariam apenas reproduzindo as opiniões preconceituosas e o senso comum já circulante em seu próprio meio social.
Todavia, não podemos associar que essas mazelas sociais promovem a homofobia. Mas constatamos que essa doença chamada homofobia alimenta-se de pouca educação, e pouco acesso à cultura, da mesma forma que gripes e infecções acometem mais facilmente pessoas fragilizadas por acesso restrito a recursos sanitários, má alimentação e hábitos de higiene negligentes.
O terceiro fator que propaga a homofobia cristã evangélica, e que talvez seja o mais influente: São os pastores midiáticos (oportunistas) e as bancadas religiosas no Senado e no Congresso, os quais oferecem um banquete de acusações como os de “fariseus aos pecadores”, cozido no molho do sangue das vítimas lgbtt’s brasileiras. Estes fazem uso das televisões e das rádios de concessão pública, para arrebanhar milhões de fiéis em concentrações religiosas, verdadeiros currais eleitoreiros, recolher ofertas altíssimas, vender milhares de cds, livros, Bíblias com estudos e toda quinquilharia gospel comerciável possível com preços abusivos. Se usar de má fé ao pregar uma teologia da prosperidade que abusa do bolso e da mente das pessoas já não bastasse, tais líderes religiosos se lançam na mídia como heróis e protetores da igreja evangélica brasileira. Se intitulam bispos, apóstolos, anciãos, pastores presidentes, encarregados de protegerem a igreja das contaminações do mundo e do diabo.
O que na verdade os tais líderes religiosos televisivos fazem não é pregar o evangelho à todos, mas sim, elegerem seus candidatos “ungidos” e “honestos” na maioria das vezes pop stars Pastores e Cantores e controlar rigorosamente os votos do curral evangélico para fazer politicagem suja com trocas de favores ilícitos e assim restringir o direito da maioria dos cidadãos brasileiros de poderem seguir a orientação sexual que sentirem vontade.
Esses pastores da morte, concentram seus esforços para barrar todo e qualquer tipo de projeto de lei que tente assegurar o casamento igualitário para gays, a saúde (campanha contra a AIDS para a população lgbtt) a vida, PLC 122 que pune crimes de violência física e moral por motivação de ódio contra homossexuais – a qual foi apelidada maldosamente de mordaça gay pelo Sr. Silas Maldafala, barram o ensino à tolerância à diversidade de orientação sexual nas escolas (apelidado de kit gay) além de incentivar publicamente ao ódio contra lgbtts ao rotular essa população como imorais e classificá-la ao lado de ladrões, prostitutas, pedófilos, pederastas, zoófilos, traficantes entre outras coisas, quando não conclama os povo a “baixar o porrete em cima dos gays” (Sr. Silas Maldafala).
Dessa forma, tais líderes com super poderes (poderes políticos e religiosos) querem impor uma verdadeira ditadura aos que não professam qualquer identificação com seus pensamentos mesquinhos, desumanos e preconceituosos. Não respeitam a laicidade do Estado e os direitos dos que não são evangélicos. Eles querem que todos sejam heterossexuais, para irem todos para o céu, mesmo que a maioria da população não queira ser evangélica, ou ir para um céu preconceituoso, onde não entra quem não é evangélico. Fica de fora até mesmo alguns evangélicos, se eles forem gays, lesbicas, transexuais ou transgênero.
Esses líderes, que exercem uma liderança marcadamente autoritária, não abrem espaço para o diálogo para os cristãos que não concordam com a teologia da homofobia cristã evangélico, mas impõe seu pensamento com mão de ferro, excluindo qualquer um de sua comunidade ou do paraíso futuro que questione o fator que parece ter sido transformado no fator principal que diferencia quem é evangélico de quem não é: o fato de aceitar ou não que ser gay é abominação e digno de toda rogação de praga, pedra e condenação, tanto nessa vida quanto na futura. Fazendo isso, julgam como se juízes fossem.
Além disso, ao querer proibir a união estável entre pessoas do mesmo sexo e do casamento civil e outras leis que protegem os direitos constitucionais dos LGBT’s brasileiros, suas ações anti-democráticas tem objetivo de obrigar LGBT’s a viverem na heteronormatividade, tirando assim o livre arbítrio das pessoas, algo que nem o próprio Deus não faz. Essas ações parecem revelar as mesmas intenções da Antiga Santa Inquisição Católica: quem não “engole cegamente toda a verdade cristã católica, é perseguido, morto, e o mais importante: tem seus bens materiais roubados pela Linda Igreja”. Essa nova versão da Inquisição, poder-se-ia muito bem ser batizada de “Nova Inquisição Evangélica”. Dessa vez, implantada não por papas medievais, mas pela “moderna” “bancada evangélica”, que querem se utilizar dos recursos do Estado para fazer sua evangelização e transformar o Estado num Instrumento de Salvação Compulsória, garantindo assim que todos os brasileiros tenham a “salvação” da alma “melhor assegurada” – longe dos gays.
Esses “pregadores da DesGraça” enchem a boca para falar do fim do mundo e de como é a estratégia do demônio para dominar o mundo e a resposta é simples: enchendo a terra de gays, aos quais destruiriam as famílias, por acabar com a reprodução de pessoas. Apesar de ser ridículo, muitos acreditam nessa fábula. Tudo teria sido um plano arquitetado pelo próprio Satanás articulado nas profundezas do inferno para colocar um anti-cristo gay no controle do universo para desafiar a Deus e à Igreja.
Pois bem, apesar de alguns não se importar, muitos gays, lésbicas, travestis, transexuais e transgêneros sofrem com a violência divulgada e propagada pela “igreja”. Acho que a Igreja tem um lado maravilhoso de trazer coisas boas para essa terra. Mas nem por isso, podemos deixar de denunciar os erros por ela cometidos. Assim como Lutero, Calvino, Zwinglio e outros reformadores trouxeram luz para uma Igreja mergulhada na escuridão há 500 anos. Hoje a Igreja hoje precisa olhar mais uma vez para a cruz e ver o Amor de Deus que foi de se sacrificar em favor do mundo e não em julgar o mundo, condená-lo, e lançá-lo no inferno. Pois para isso, já existem os “fariseus” de plantão e a hora certa disso acontecer de fato pertence a Deus. A Igreja tem uma obrigação ética de abordar o assunto, repensar e agir efetivamente, levando em conta uma sociedade em momento de transformação. Ao invés de cometer o erro de barrar a evolução da sociedade, como fez ao barrar a ciência na Idade Média, deveria ser pioneira e incentivá-la à maior tolerância, amor e bondade como fez a Reforma Protestante ao criar o modelo de escolas e universidades que temos até hoje.
Diferente do que dizem os pregadores da desgraça, oportunistas de plantão, nenhum gay ou lésbica ou transexual quer obrigar que as pessoas os aceitem como religiosamente correto, mas quer ser aceito pela sociedade (não pela igreja) como um cidadão que tem acesso aos mesmos direitos que qualquer outro: quer viver sem medo de ser morto por ser gay, sem sofrer agressões físicas ou verbais por ser gay, ter acesso à saúde, planos de saúde, acesso aos órgãos da justiça quando forem constituir família, acesso à educação sem sofrer bullying durante toda a formação escolar, enfim, não ter nenhum direito restrito pelo fato de ser gay, assim como ninguém pode ter nenhum direito civil restringido no Brasil pelo fato de ser adepto dessa ou daquela religião, ou mesmo de nenhuma.
Acho que sou realista ao pensar que isso demandará muito tempo para mudar. Mas certamente demandará mais se ficarem todos de braços cruzados.
O povo brasileiro em geral e também o curral religioso, excluídos da política, cultura, educação, saúde e outros direitos, me lembra muito aquela musica da abertura da novela global Rei do Gado, onde mostravam os lindos pastos verdejantes preenchidos pelos rebanhos bovinos que corriam desesperadamente numa só direção ao som da musica: “ooo vida de gado, povo marcado, povo feliz”. Que esse rebanho de Deus, em algum momento perceba que é necessário, acima de tudo respeitar o próximo – se não conseguem simplesmente amar como Cristo ordenou. E isso implica em cada um cuidar da sua própria salvação e não em obrigar os outros a aceitar as suas opiniões, que muitas vezes caem em agressões verbais e físicas, ao invés de demonstrações de amor e ternura como bem cabe a um cristão. Se querem salvar a alma dos brasileiros, que sejam dando o exemplo de amar e respeitar as pessoas, e não obrigando que elas sejam perfeitas, como elas se julgam ser, com atitudes hipócritas como essas.
Manifesto contra a “Homofobia Evangélica”
21 de fevereiro de 2012, Belo Horizonte – MG
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